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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de janeiro de 2020

Segundo crime machista do ano


14/01/2020

 

Uma mulher de 61 anos, de nacionalidade ucraniana, faleceu na localidade {ciudadrealeña} de {Puertollano} por disparos de arma de fogo, que ao que parece teria realizado seu casal/par sentimental, um homem de 53 anos, de nacionalidade espanhola, que também se tem retirado a vida com a mesma arma.

A Polícia Nacional assinalou ontem que tudo aponta a um caso de violência de género, se bem a investigação continua aberta para chegar ao total esclarecimento dos factos/feitos, embora se tem descartado a intervenção de terceiras pessoas.

Os corpos sem vida destas pessoas foram descobertos a tarde deste domingo, 12 de Janeiro, depois de/após que um familiar do falecido {acudiera} à Polícia Nacional para comunicar que fazia tempo que não tinha notícias de este, pelo que se iniciaram as primeiras gestões para seu localização. Por este motivo, se tramitou ao Tribunal/réu/julgado de Guarda um pedido para autorizar a bilhete na habitação e poder/conseguir comprovar se o homem encontrava-se ali.

Uma vez autorizada a bilhete, e com a colaboração dos bombeiros, os polícias acederam ao interior da casa e encontraram a duas pessoas mortas com claros signos de violência, dado que ambos apresentavam impactos de bala originados por um arma de fogo curta, compatível com a encontrada junto aos cadáveres. A Delegação do Governo para a Violência de Género confirmou este crime como um novo caso de violência machista e trata-se do segundo caso de violência de género registado neste ano em Espanha, que eleva a 1.035 o número de mulheres assassinadas desde/a partir de 2003, primeiro ano no qual começaram a contabilizar-se. O falecido era pai de dois filhas, separado e trabalhava em Repsol de Puertollano, segundo comentaram a Efe fontes próximas à família, que acrescentaram que o homem tinha licença de armas porque era adepto à prática de tiro.

agressão EM SEVILLA/ Por outro lado, o Tribunal/réu/julgado de Violência sobre/em relação a a Mulher número 1 de Sevilla, em funções de guarda, tem ordenado o ingreso em prisão provisória, comunicada e sem fiança do homem detido na passada semana por incendiar sua habitação de {Castilleja} da Subida (Sevilla) com a sua mulher no interior. Fontes do {TSJA} informaram que a juíza, que lhe tem imposto também a proibição de comunicar-se com a vítima, lhe atribui inicialmente supostos delitos de assassinato em grau/curso universitário de tentativa e incêndio. O marido da mulher foi detido após pegar-lhe fogo a uma casa com sua esposa dentro, à que não deixava sair.

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