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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

Os responsáveis do {Mobile} se escudam para não pagar indemnizações

{GSMA}, a associação organizadora, alega motivos de «força maior/velho»

CARLES PLANAS BOU
14/02/2020

 

A que ia ser a {decimoquinta} edição do {Mobile} {World} {Congress} ({MWC}) de Barcelona já é história. No entanto, todas as dúvidas sobre/em relação a seu cancelamento ainda não foram esclarecidas. ¿Que custo terá a anulação para o erário público? ¿Se compensará às empresas que não se tinham dado de baixa do congresso? Perante esses interrogantes {mayúsculos}, a {GSMA}, a associação organizadora da feira de telefonia telemóvel mais importante do mundo, compareceu ontem perante os meios para alegar que a anulação se deve a motivos de «força maior/velho», uma defesa com a que tentam esquivar o pagamento de indemnizações. «Hoy é um dia escuro e muito dececionante», explicou John Hoffman, conselheiro delegado da {GSMA}. Entre seus argumentos, os organizadores salientaron a preocupação e o «medo global» pela propagação do {Coronavirus}. Os expositores que cancelaram sua assistência ao {MWC} antes de sua anulação deverão carregar com os {costos}, pois trata-se de uma decisão individual. Mas o caso das empresas que mantiveram seus planos é outra história. Se a organização da feira conta com um convicto de contingências, as assinaturas poderiam recorrer a essa cobertura de risco só/sozinho no caso de que se tenha produzido uma declaração de emergência sanitária ou similar, algo que não ocurreu, explica Josep Maria Galilea, presidente da corretora Grupo Galilea.

A defesa utilizada por Hoffman e {Mats} {Granryd}, diretor-geral da {GSMA}, choca com as mensagens de acalma lançados pela administração pública, que ontem voltou a insistir em que «não há nenhuma situação de alarma em matéria sanitária». Apesar da «alarma global» desatada com o {Coronavirus}, não se registou nenhum caso de infeção em Espanha.

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