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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

A rebelião contra a crise climática sobe de grau/curso universitário em mais de 60 cidades

Londres encabeça uma onda de ações de desobediência que soma já 135 detidos. Os ativistas pelo ambiente cortam o trânsito e acampam face ao ministério em Madrid

MANUEL VILASERÓ
08/10/2019

 

Las protestas contra la pasividad de los Gobiernos frente a la crisis climática subieron de grado ayer en 60 ciudades de todo mundo con cortes de tráfico y acciones de desobediencia civil que se han saldado con no menos de 200 detenciones. Em Madrid se viveram momentos de tensão quando centenas de ativistas bloquearam a circulação/trânsito à primeira hora da manhã numa artéria chave de acesso ao centro, junto de Novos Ministérios. Outros tantos começaram pouco/bocado depois uma acampada indefinida na praça/vaga São Juan de la Cruz, face ao Ministério para a Transição Ecológica que dirige Teresa Ribera.

Os protestos estão convocadas pelo coletivo {Extinction} {Rebelion}, que saltou aos meios o passado Abril ao bloquear durante vários dias as pontes de acesso ao coração de Londres. Reclamam uma declaração de emergência climática e ecológica que vá acompanhada de medidas concretas que «permitam fazer frente verdadeiramente ao aquecimento do planeta». Na capital de Espanha, à convocatória se têm somado também movimentos como {Fridays} {for} {Future} e grupos ambientalistas como {Greenpeace} e Ambientalistas em Ação, integrados no coletivo 2020 Rebelião pelo Clima, o que lhes permitiu dar um salto qualitativo quanto a número participantes.

TRÊS DETIDOS / O corte no ponte/feriado de Joaquín Costa sobre/em relação a a Castelhana se produziu pouco/bocado depois das 8.30 horas . Los ativistas se derrubaram ou sentaram no chão e encadearam às grades uma pequena embarcação, causando um grande colapso de trânsito. A intervenção policial, que não conseguiu reabrir a via até pouco antes das 12 horas, se saldou com umas 30 pessoas transferidas a esquadra e três detidas que às poucas horas foram libertadas. Também se produziram vários feridos ligeiros, segundo a organização. Enquanto a Polícia estava concentrada neste evacuação, outros ativistas distribuídos em três colunas chegadas de outros tantos pontos da cidade plantaram umas 40 lojas sem que as autoridades {pusieran} nenhum {reparo}. «Face ao colapso do qual adverte a comunidade cientista, urge tomar medidas imediatas antes de chegar a um ponto de não regresso», explicaram os ativistas, que querem denunciar «a passividade do Governo e das empresas face à crise climática».

Los porta-vozes do movimento recordaram que reuniram-se com a ministra Teresa Ribera o 4 de setembro, mas perante o que qualificam de «{inacción}» por parte do Governo em funções, decidiram ficar face ao prédio até obter alguma resposta concreta/concretiza a suas petições/pedidos.

Não será fácil que a obtenham, pelo menos a curto prazo. Em primeiro lugar, Ribera encontra-se de viagem oficial em Costa Rica e não regressa até ao quinta-feira. Em segundo lugar e mais importante, o Executivo não pode nem sequer declarar a emergência climática até que não deixe de estar em funções. Londres se perfila, uma vez mais, como o epicentro das protestos.

A Polícia britânica somou já 135 detidos no arranque das primeiras mobilizações. Los ativistas britânicos indicaram aos meios que esperam que suas mobilizações cheguem a ser até cinco vezes maiores/ancianidade que as de Abril, quando se produziram mais de 1.100 detenções.

bloqueio / Está previsto também que os bloqueios durem um mínimo de duas semanas e se espera que participem neles mais de 20.000 pessoas que ocuparão onze zonas estratégicas. Em {Ámsterdam}, por exemplo, o centro ficou bloqueado por mais de mil manifestantes sentados e agarrados uns a outros na rua {Stadhouderskade}, uma das mais frequentadas. Em Berlín se iniciou, como em Madrid, uma acampada face à sede do Governo federal, na qual participou a capitã da {oenegé} Seja {Watch}, {Carola} {Rackete}.

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