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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 16 de agosto de 2018

Primeiro embargo judicial por um empréstimo universitário

MARÍA JESÚS IBÁÑEZ BARCELONA
16/05/2018

 

Uma jovem que solicitou um crédito para pagar seus estudos de master vai ser embargada por um tribunal/réu/julgado de Madrid porque não tem devolvido o dinheiro no prazo convindo, segundo denunciou a Associação de Afetados pelo Empréstimo Rendimento Universidade. Trata-se do primeiro embargo judicial por este tipo de empréstimos que concedeu o Ministerio de Educación entre os anos 2007 e 2011, através do Instituto/liceu de Crédito Oficial ({ICO}).

«O ministério criou, em tempos de Zapatero, um sistema de empréstimos ligados à obtenção duma rendimento futuro, isto é, um sistema pelo que os intitulados universitários só/sozinho estariam obrigados a devolver o dinheiro quando tivessem rendimentos suficientes, concretamente um rendimento anual de 22.000 euros», explicam fontes da associação. É um modelo similar ao que funciona em países como o Reino Unido. «No entanto, em convocatórias sucessivas, o ministério eliminou este limiar de devolução sem informar da mudança de natureza dos empréstimos e os bancos colaboradores começaram a reclamar a milhares de jovens a devolução do dinheiro e o cobrança de comissões e interesses de demora, e inclusivamente lhes estão incorporando em ficheiros de crédito malparado», acrescenta o coletivo de afetados.

O ultimato das entidades bancárias, que no 2013 exigiam uma média/meia de 300 euros mensais a seus devedores, chegou justo em plena crise, quando muitos daqueles jovens tinham sérios problemas para encontrar um emprego. O Tribunal de Primeira Minuta número 60 de Madrid ditou no passado ano uma ordem/disposição geral de execução por uma quantidade/quantia de 18.000 euros contra uma jovem que recebeu um empréstimo Rendimento Universidade, que é como se chamou este sistema de financiamento. A associação acredita «ilegal que um banco possa embargar a uma pessoa por um empréstimo concedido com fundos públicos».

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