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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 19 de agosto de 2019

Portugal luta contra o incêndio mais complicado deste verão

Com 50 quilómetros de perímetro, já tem arrasado 8.500 hectares e causou vinte feridos. Um operacional/operativo de 800 bombeiros e 15 meios aéreos trabalham sem descanso/intervalo no centro do país

EFE
22/07/2019

 

Portugal continuaba anoche trabajando con la meteorología en contra para extinguir el incendio declarado el sábado en {Vila} de {Rei}, no centro do país, que se estendeu ao município vizinho/morador de {Maç}ãou e tornou-se no mais complicado deste verão.

Apesar de que Proteção Civil deu ao fecho desta edição por controlado grande parte da área do fogo, cujo perímetro superou os 50 quilómetros, a preocupação se mantinha perante o agravamento das condições meteorológicas ao longo do dia, que dificultou os trabalhos de extinção e fez avançar as chamas.

«Nos espera um intenso trabalho», assinalou o comandante {Luís} {Belo} Costa em conferência de imprensa, que reconheceu que a situação se mantém «muito grave» e lamentou o aumento das temperaturas e a mudança da direção do vento. Já houve 20 feridos.

Uns 800 bombeiros participam nas trabalhos de extinção do fogo, cuja violência fez que se estendese até {Maç}ãou, onde «a situação é complicada, com muitas reativações», segundo explicou em declarações a Efe o presidente da Câmara Municipal, Basco {Estrela}.

O fogo já tem arrasado quase 3.000 hectares neste município, avançou {Estrela}, que explicou que afetou a 11 aldeias.

As autoridades ontem à noite ainda não tinham oferecido cifras oficiais do alcance do incêndio, mas o Laboratório de Fogos da Universidade de {Trás}-vos-Montes calcula, segundo meios locais, que já tinha ontem 8.500 hectares.

Em {Sarnadas}, uma das aldeias de {Maç}ãou afetadas, os bombeiros eram ajudados na extinção pelos vizinhos/moradores, que se queixavam da demora em chegar a a zona dos meios aéreos.

queixas dos afetados / «Antes {apagábamos} os fogos os vizinhos/moradores e agora, com tantos meios, os fogos não se apagam», disse a Efe uma vizinha, {Lourdes}, enquanto enchia baldes de água numa fonte municipal, que assegurou que os aviões chegaram quando as chamas estavam quase na sua casa.

O de {Vila} de {Rei} é só/sozinho um dos cinco incêndios que se declararam no sábado no distrito de {Castelo} {Branco}, com outros quatro fogos na vizinha {Sert}ã que foram controlados ao longo do dia e da passada madrugada.

As chamas em {Vila} de {Rei}, {Maç}ãou e {Sert}ã levaram ao evacuação de várias aldeias e 30 pessoas tiveram que ser atendidas pelos serviços médicos, dos quais só/sozinho uma está grave, um civil que foi transferido à unidade de queimados de um hospital de Lisboa, até onde aproximou-se o presidente de Portugal, {Marcelo} {Rebelo} de {Sousa}, para interessar-se por ele.

Enquanto os bombeiros continuavam com os trabalhos de extinção, as autoridades começaram a investigar as causas dos fogos, para as que não descartam a participação humana, especialmente depois de/após que a Polícia Judicial encontrasse artefactos incendiários em {Vila} de {Rei}, segundo meios locais.

O ministro de Administração Interna de Portugal, Eduardo Cabrita, assinalou em declarações à imprensa que há uma «estranheza» entre as autoridades porque vários dos incêndios declarados no sábado começaram quase ao mesmo tempo em locais muito próximos.

Além disso, a Polícia Judicial portuguesa anunciou que deteve a um homem de 55 anos suspeito de iniciar/dar início um fogo perto de {Castelo} {Branco}, embora a «rápida intervenção» dos bombeiros neste caso impediu que a situação alcançasse proporções maiores/ancianidade.

A ajuda para controlarlo chegou também de fora de suas fronteiras, já que a União Europeia esteve produzindo mapas satélite dos incêndios através do programa {Copernicus}, segundo informou o comissário europeu para a Ajuda Humanitária e a Gestão de Crise, {Christos} {Stylianides}.

«A União está preparada para oferecer mais ajuda», assegurou o comissário numa mensagem em seu perfil oficial de Twitter.

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