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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

Nobel para o estudo do {cosmos} e o achado do primeiro {exoplaneta}

Michel Mayor e {Didier} {Queloz} ‘viram’ ao 51 {Pegasi} B {orbitando} uma estrela. {James} {Peebles} foi premiado por seus descobrimentos sobre/em relação a o universo

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com MADRID
09/10/2019

 

O astrofísico canadiano {James} {Peebles} e seus colegas suíços Michel Mayor e {Didier} {Queloz} conseguiram esta terça-feira o Nobel de Física por sua contribuição ao entendimento da evolução do universo e o lugar da Terra no {Cosmos}, como informou a Real Academia das Ciências de Suécia. {Peebles} foi premiado por seus descobrimentos teóricos em {cosmología} física, enquanto Mayor e {Queloz} por seu achado de um {exoplaneta} {orbitando} uma estrela de tipo solar.

O descobrimento do primeiro {exoplaneta}, o 51 {Pegasi} B, foi «o mais excitante de toda nossa corrida/curso e que agora se recompense com um prémio Nobel é simplesmente extraordinário», disseram os astrofísicos Michel Mayor e {Didier} {Queloz}. Assim o tem difundido a Universidade de Genebra, onde exercem os dois científicos/cientistas que partilharam o Nobel de Física com o canadiano-estado-unidense {James} {Peebles}.

A Universidade de Genebra –onde Mayor desenvolveu sua corrida/curso e atualmente é professor honorário e {Queloz} segue/continua dando classes no Departamento de Astronomia (trabalho que concilia com o de professor na Universidade de Cambridge)–reagiu ao prémio assinalando que constitui «um testemunho da qualidade de seu foque científico/cientista, bem como de seu rigor e criatividade». Por sobretudo, acrescentou a instituição educativa, o Nobel reconhece em ambos «sua capacidade de pensar e procurar fuera dos caminhos estabelecidos, o que finalmente se converte em fonte dos mais grandes descobrimentos».

Em comentários transmitidos através da universidade, os dois Nobel recordam como faz vinte e cinco anos anunciaram ter encontrado o primeiro planeta situado fuera do sistema solar. «Ninguém sabia se os {exoplanetas} existiam ou não. ¡Astrónomos de prestígio os procuravam desde há anos em vão!», recordam. Foi em 1994 quando, graças à precisão de um telescópio de 2 metros de diâmetro localizado na Alta Provença (França), puderam observar um objeto estelar que dava a volta a sua estrela em 4,2 dias.

No entanto, tiveram que esperar até ao ano seguinte para confirmar suas observações e anunciar o descobrimento que tinham realizado numa conferência cientista. {Peebles} é perito em {Cosmología}, nascido em 1935 em {Winnipeg} ({Canadá}) e está inscrito à Universidade de {Princeton} (Estados Unidos). Mayor, nascido em 1942, partilhou boa parte de seu trabalho investigador com seu colega e compatriota {Queloz}, nascido em 1966, e ambos trabalham na Universidade de Genebra.

O quadro teórico desenvolvido ao longo/comprido de duas décadas por {Peebles} é a base da nossa compreensão moderna da história do universo, desde o {Big} {Bang} até nossos dias, segundo explica o comité Nobel. Mayor e {Queloz} têm explorado a Via {Láctea} à procura de mundos desconhecidos. Todos os prémios levam incluída uma dotação económica, que neste ano ascende a 9 milhões de coroas suecas (831.000 euros, 912.000 dólares). Neste caso, uma metade do prémio irá para {Peebles}, enquanto Mayor e {Queloz} se repartirão a outra metade.

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