Menú

El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 21 de maio de 2018

Investigan uma suposta violação a um menor deficiente em Málaga

El acontecimento saiu à luz devido a uma briga escolar entre vítima e agressores. El jovem recebeu mesmo ameaças de morte para que não dissesse nada a ninguém

JULIA CAMACHO epextremadura@elperiodico.com SEVILLA
13/02/2018

 

A Procuradoria de Málaga investiga uma suposta agressão sexual cometida sobre/em relação a um menor de 14 anos, com uma deficiência intelectual do 41%, por parte de dois irmãos de 11 e 15 anos com os que partilha centro escolar. A suposta agressão se teria cometido no passado verão, mas os agressores tinham ameaçado ao menor, mesmo de morte para que não {contara} nada. Assim, o facto/feito saiu à luz até uma briga escolar no passado mês de Outubro. A defesa da vítima, que se encontra baixo/sob/debaixo de tratamento psicológico e não contou nada «por medo e vergonha», já pediu a expulsão e a mudança de centro dos menores agressores.

Segundo explicou o advogado da vítima, no passado mês de Outubro se produziu um confronto no recreio do instituto/liceu onde estuda a vítima.

El diretor chamou aos dois alunos a seu gabinete para esclarecer os motivos da discussão, e ali a vítima relatou a agressão sexual cometida por seu colega e o irmão de este, de 11 anos, nas instalações duma piscina pública abandonada. El suposto agressor não negou os factos/feitos, mas culpou dos mesmos a uma quarta pessoa, amiga da vítima. No entanto, este jovem contou que tinha visto ao suposto agressor e a seu irmão levar-se pela força a seu amigo a um {cuartillo}, onde lhe obrigaram a realizar certas práticas sexuais.

Este testemunha, que narra mesmo uma violação ao menor deficiente que a vítima ainda não reconheceu, presenciou os factos/feitos escondido detrás de uma porta, mas num dado momento a porta se moveu e os agressores deram-se conta de que estavam sendo observados, pelo que cessaram a agressão e saíram em {pos} do testemunha, a quem identificaram e seguiram/continuaram até seu casa. Desde então, os supostos agressores também lhe têm ameaçado e intimidado para que não {contara} nada do acontecido, segundo confirmou mesmo sua própria mãe e adiantou Diário/jornal SUL.

El centro educativo ativou de imediato o protocolo de abusos sexuais, dado que vítima e agressor levavam desde o início de curso partilhando pelo menos dois classes. Desde a Conselheria de Educação explicam que tomaram-se medidas para evitar o contacto entre vítima e agressor, embora o advogado do menor deficiente pede a expulsão do centro e o transferência de este último, a fim de que a vítima possa continuar em seu ambiente.

Após conhecer o sucedido, a mãe da vítima apresentou uma denúncia em esquadra e agora se tem apresentado nas diligências judiciais. O Tribunal de Menores 1 de Málaga tem aberto diligências de reforma contra o suposto autor da agressão sexual, que chegou a assegurar que a agressão se produziu em verão de 2016, quando contava com 13 anos e portanto sem responsabilidade penal. Por seu lado, contra o menor de 11 anos, ao ser {inimputable}, se iniciou um processo de reabilitação.

As notícias mais...