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Un homem de 77 anos mata a sua mulher de 73 em Granada

Es a quinta vítima de violência machista neste ano em Espanha

 

Minuto de silêncio em {Caniles}.&{lt};{br}/&{gt}; -

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LAURA TOLEDANO ARENAS GRANADA
24/01/2020

Não tinham passado nem 24 horas do quarto crime machista acontecido em A {Puebla} de {Almoradiel} (Toledo), quando outra mulher foi assassinada alegadamente por seu casal/par em Granada. Os factos/feitos aconteceram a última hora da noite de quarta-feira no domicílio que ambos partilhavam na localidade de {Caniles}.

De confirmar-se tratar-se de um caso de violência machista, este crime suporia o quinto assassinato no que vamos deste 2020, uma cifra que acende todos as alarmes pois em só/sozinho 23 dias a violência machista já se tem recebido a vida de cinco mulheres.

O 23 de Janeiro do ano passado já eram seis as mulheres assassinadas por seus casais ou ex-companheiros e desde/a partir de o 2003 são 1.038 o número total das vítimas duma violência que não parece acabar nunca.

No caso de {Caniles}, a mulher, de 73 anos, foi encontrada na cozinha de seu domicílio no meio de um charco de sangue e com sinais de ter sido esfaqueada no pescoço. Antes de ser detido pela Guardia Civil, a casal/par da vítima, de 77 anos, se dirigiu até um centro médico onde admitiu ter cometido um assassinato.

A Guardia Civil informou de que não existiam denúncias prévias por maltrato entre a casal/par, facto/feito que se repete nos outros crimes deste ano. A Câmara Municipal de Granada declarou três dias de luto oficial pelo assassinato e celebrou ontem um minuto de silêncio para mostrar «o absoluta rejeição de um povo/vila que foi exemplo de respeito até a mulher e que sempre foi referente na luta pela igualdade», segundo se leu num manifesto.

No 2018, no 71% dos crimes machistas também não existiam denúncias prévias por maltrato.

O que a vítima não denuncie pode acontecer por uma desconfiança na eficácia da justiça, porque a vítima depende economicamente do torturador ou por uma falta de apoio, denunciam os coletivos feministas. Estes fatores fazem que a pessoa afetada se encerre na situação de maltrato e esta possa desencadear num final tragicómico.