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{Epstein} manteve até 2018 a rede de abuso de menores de idade

Explorou a meninas de 11 anos e tinha uma base de dados de vítimas

 

Protesto contra {Epstein} perante o tribunal federal de Nueva York. - {AFP}

IDOYA NOAIN NUEVA YORK
17/01/2020

A morte o passado Agosto de {Jeffrey} {Epstein} numa cela de Nueva York pode estar ainda rodeada de tantas duvidosas sombras como para que tenha três investigações federais tratando de determinar como aconteceu o que oficialmente foi um suicídio, mas cada vez se atira mais luz sobre/em relação a as {atrocidades} que cometeu o milionário financeiro estado-unidense para acabar nessa cadeia, esperando um juízo por trânsito sexual. As últimas revelações chegaram graças a uma procura apresentada na quarta-feira pelas Ilhas Virgens contra o património de {Epstein}, um caso que desenha o {monstruoso} retrato de como operou nesse território uma rede de trata e exploração de centenas de jovens e menores de idade, algumas aparentemente meninas de 11 ou 12 anos. Enquanto as acusações em Nueva York datavam só/sozinho até ao 2005, o caso das Ilhas Virgens aponta a que numa data tão recente como o 2018 seguia/continuava cometendo seus crimes. E a procura apresentada pela procurador-geral, {Denise} George, descreve em 49 páginas uma «conduta intencionada tão atroz, persistente e {perniciosa} que sacode a consciencializa e ofende a uma sociedade civilizada».

O que {Epstein} tinha montado na ilha de {Little} {Saint} {James}, que comprou em 1998, era uma verdadeira empresa criminoso/criminal. Levava às raparigas ali desde/a partir de diferentes lugares e países em aviões, helicópteros e {yates} com promessas falsas de dar-lhes oportunidades laborais ou de educação ou corridas/cursos como modelos ou dinheiro em troca de massagens. Nalguns casos usava visados de modelos para que pudessem cruzar fronteiras.

Uma vez ali as meninas e jovens eram submetidas por {Epstein} e «seus associados», não identificados, a exploração sexual e agressões e trabalhos forçados, obrigadas a manter três encontros ao dia com outras raparigas ou mulheres. Funcionando com um esquema piramidal, se premiava às vítimas que lhe levavam a outras raparigas. Tudo estava tão sistematizado e organizado que o financeiro mesmo tinha digitalizado numa base de dados a informação de contacto de menores que estavam nas Ilhas Virgens ou perto. Muitas raparigas ficaram incomunicadas e retidas contra a sua vontade e baixo/sob/debaixo de ameaças de violência. Uma menina de 15 anos tentou fugir a {nado} após ser sexualmente agredida. Nessa altura «{Epstein} e outros organizaram uma festa de busca que a localizou e a manteve cativa, entre outras coisas, confiscando seu passaporte».