Menú

El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

Alerta diante da queda/redução de ajudas contra o VIH e a tuberculose

REDACCIÓN LYON
09/10/2019

 

Ontem começou em {Lyon} uma cimeira fundamental para a luta contra as três infeções que mais matam no mundo: a sida, a malária e a tuberculose. Na cidade francesa reúne-se o Fundo Mundial contra as três doenças, um organismo multilateral que se dá cita/marcação/encontro cada três anos com o fim de arrecadar doações de governos, empresas e organizações {filantrópicas}. Neste ano, a conferência se tem posto o objetivo colher pelo menos 14.000 milhões de dólares (12.750 milhões de euros) no triénio 2020-2022, num contexto no qual até à ONU tem lançado a voz de alerta porque tem caído o financiamento internacional e, com isso, se está {ralentizando} o ritmo de redução das novas infeções por VIH e as mortes associadas à sida.

Neste contexto, Médicos Sem Fronteiras publicou na terça-feira um relatório/informe que trata de evidenciar que a escassez de fundos multilaterais, unido à insuficiência de recursos dos países mais afetados, já está provocando algumas lacunas/lagoas nos serviços de diagnóstico, prevenção e atenção de VIH e tuberculose, para além de provocar problemas de {desabastecimiento} e ruturas de {estoc} de medicamentos essenciais. Segundo seu diagnóstico, se os doadores não fazem um esforço na citada conferência internacional, nalguns países se pode produzir um ressalto epidemiológico.

É que, depois de/após uma década na qual os doadores fizeram grandes esforços, a tendência se quebrou pela primeira vez no 2018, quando diminuíram 1.000 milhões de dólares os investimentos contra o VIH, enquanto a diferença entre o montante necessário para o funcionamento dos programas com tuberculose e o dinheiro disponível foi de 3.500 milhões de dólares, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) citados por Médicos Sem Fronteiras.

As notícias mais...