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Os acusados pela violação de Múrcia denunciam às irmãs

As raparigas tinham uma apólice de seguro que cobria a agressão sexual com 50.000 {€}. A defesa dos três afegãos pedirá hoy o arquivamento da causa

 

Os jovens afegãos detidos como supostos violadores. - EFE

EFE
17/01/2020

A defesa dos três afegãos acusados de violar a três irmãs norte-americanas a passada Passagem do Ano em Múrcia pedirá nas próximas horas o arquivo da causa antes de apresentar uma denúncia contra as jovens por falsidade, tem avançado esta quinta-feira o letrado {Melecio} Castaño.

Segundo o advogado dos jovens investigados por três agressões sexuais, uma consumada e dois em tentativa, hoy pedirá o arquivamento das diligências que se instruem contra seus defendidos e, quando tenham a resolução judicial, apresentarão uma queixa-crime por denúncia falsa contra as irmãs, de 18, 20 e 23 anos e naturais de {Ohio}.

As jovens, que denunciaram ter sido agredidas diante da Polícia no apartamento no qual vivia a menor delas e no qual residia um dos acusados, tinham uma apólice de seguro que cobria o suposto de agressão sexual numa quantidade/quantia estimada de 50.000 euros.

ARQUIVO DA CAUSA / O advogado dos detidos, de 20, 21 e 25 anos e que ficaram em liberdade após prestar declaração, mostrou-se convencido de que se produzirá o arquivo da causa porque as jovens abandonaram Espanha sem ter ratificado a denúncia, apesar da advertência da juíza, e a denúncia policial não tem valor de prova e deve ser confirmada {presencialmente} pelas supostas vítimas. A Polícia Nacional teve conhecimento da existência do seguro por violação nada mais iniciar/dar início's a investigação, segundo têm {confirmad} fontes policiais, e a hipótese de que apresentassem uma denúncia falsa contra os três jovens que tinham conhecido em Passagem do Ano num bar do centro de Múrcia para receber a apólice é uma das consideradas pelos investigadores. O advogado dos jovens afegãos, a aqueles que retiraram o passaporte, têm proibido sair de Espanha e devem apresentar-se semanalmente no tribunal, disse que seus clientes estão «cada dia mais tranquilos» apesar do impacto inicial que supôs sua detenção.

Segundo ele, só/sozinho um dos três reside em Espanha dado que seus compatriotas têm residência em Noruega e Dinamarca e passavam uns dias de férias natalícias em Múrcia.

«Todos os dias vemos nos tribunais denúncias falsas, mas para receber um convicto de violação jamais», sublinhado.