+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Umas 3.500 pessoas da cidade e do entorno têm preciso de alimentos

Pede-se leite, azeite, conservas e produtos para os menores

 

Voluntários no banco de alimentos, numa imagem de arquivo. - TONI GUDIEL

R. R. M. PLASENCIA
21/11/2019

Unas 3.500 pessoas recebem periodicamente comida da delegação de Plasencia do Banco Alimentar. Precisam dela, devido a sua situação económica e familiar e o Banco atua «como um complemento, não vamos a resolver sua situação». Explica Loli Hernández, delegada em Plasencia do Banco, que chega também a povoações das regiões. Amanhã sexta-feira e no sábado, terá lugar uma grande recolhida que permitirá cobrir suas necessidades face ao mês de Dezembro e a Natal.

Segundo explicou ontem Hernández, 70 lojas colaborarão na cidade com esta recolhida e 26 em povoações das regiões. Até 600 voluntários se mobilizarão por grupos para receber as doações dos clientes e a delegação se encarregará, em última instância, de que o recolhido chegue às 960 famílias que atendem.

o mais necessário / A recolhida se fará no horário de cada comércio e o que mais se necessita é óleo/azeite, leguminosas, conservas vegetais e de carne, massa, tomate e arroz, para além de produtos infantis e de limpeza.

A distribuição às famílias se faz através de 38 entidades, que são associações, paróquias, residências e Cáritas, entre outras. Segundo afirmou a delegada, «{intentamos} chegar a a necessidade e {comprobamos} que os alimentos chegam porque temos voluntários e trabalhadores sociais».

Em Plasencia, diariamente vão a sua sede umas dez pessoas e atualmente são vinte os voluntários fixos. Seu horário é de segunda-feira a sexta-feira, de nove a uma. Hernández sublinhou ontem que os voluntários sempre são bem-vindos e que o único que necessitam é «ilusão/motivação e vontade».

A delegação de Plasencia do Banco começou a funcionar no 2013 e atendia a umas mil famílias. Agora, «são menos bocas, mas mais necessitadas porque a situação está {cronificada}».