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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 17 de janeiro de 2020

Uma cara feminina no táxi

Sara Martín Ibáñez é, com só/sozinho 23 anos, a primeira mulher taxista de Plasencia; começou a trabalhar nesta semana e afirma que, nestes primeiros dias, encontrou companheirismo, surpresa e bons desejos por parte de seus primeiros clientes

RAQUEL RODRÍGUEZ
01/12/2019

 

El presidente da Associação Radiotáxi de Plasencia, Carlos Pena, a considera «uma valentona». É Sara Martín Ibáñez, uma jovem de 23 anos, nascida em Madrigal de la Vera mas residente na cidade, que se tornou na primeira mulher taxista de Plasencia.

Com um sorriso permanente e no assento do {Kia} {Carens} de sete praças/vagas que tem comprado com suas poupanças e a ajuda da sua família, Sara conta que gosta de muito conduzir. «Sempre me têm encantado os carros/automóveis e as motas e também trabalhar face ao público, conhecer pessoas novas e ajudar às pessoas, por isso, que melhor estreitamente que este».

Se tirou o carta de condução com 18 anos e, após iniciar/dar início estudos de cabeleireiro, o deixou porque teve a oportunidade de trabalhar. Se tem dedicado sempre à hotelaria até que um amigo taxista, que é «como da minha família», lhe disse que se jubilava e lhe ofereceu ficar com sua licença. «Tenho que estar um ano assalariada, pagando a licença e depois passará a meu nome».

Não lhe importa. É muito positiva e confessa que lhe pareceu «uma oportunidade boa de estar mais em contacto com as pessoas e ajudá-la». Reconhece que sabia que não tinha nenhuma mulher taxista em Plasencia.

Esta mesma semana, na terça-feira às cinco da tarde, na paragem/desempregada/parada da porta do Sol, começou a trabalhar num sector no qual, em Plasencia, só/sozinho há homens. Não lhe {echó} para atrás. Não pensou que fora a gerar rejeição. «Eu penso que todos somos iguais e não pensei que me fossem a pôr má cara porque eu sou muito alegre e acredito/acho bom ambiente e tentativa ajudar em tudo».

Seu primeiro viagem

De facto, o primeiro que fez foi apresentar-se aos seus companheiros taxistas e oferecer seu ajuda no que necessitassem. «Eles me disseram o mesmo, a acolhimento foi genial, são superboas pessoas e não tenho nenhuma queixa». Quanto aos clientes, a primeira «foi uma jovem de Valência à que {recogí} na estação de comboio e levei até à praça/vaga Maior/velho. Me disse: «¡{uy}!, uma jovem nova, quanto me {alegro}, me sinto superorgulhosa de ser teu primeira cliente». Foi uma viagem muito bom».

No resto de clientes encontrou surpresas e bons desejos. Mesmo «uma senhora me pediu o telefone porque disse que queria ir sempre em meu táxi», conta iludida. É o 637000060, ao que se pode chamar, tal como ao telefone do radiotáxi.

Sara explica que, antes de tomar a decisão, valorizou os prós e os contras e tem tido sempre o apoio da sua família. «Meus pais me têm animado porque desde/a partir de pequena sempre fui muito {echada} para adiante».

Não teme encontrar atitudes machistas ou de acosso por parte de clientes e, em caso de que algum a tivesse, tem claro que lhe advertiria de que «com respeito e educação vai-se a todas partes». Sobre/em relação a a iniciativa do sector de esperar a que as mulheres que o solicitem entrem no portal de suas habitações/casas/vivendas pelas noites, a apoia ao 100%. «Eu prefiro fazê-lo sempre porque é minha responsabilidade». De facto, não pensa retirar a adesivo contra da violência de género que levaram os táxis pelo 25N: «quero que as mulheres sintam/sentam que aqui têm um ponto de apoio».

Com tudo, o balanço de sua estreia é «muito positivo» e sublinha que a sua intenção é «ficar-me para sempre porque é um estreitamente superbonito».

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