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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Um novo prédio substituirá ao de longa estadia do sociosanitário

Serrano afirma que funcionou no incêndio o plano de autoproteção. Com um investimento de 2,5 milhões, a ideia é licitar e iniciar/dar início a obra no 2020

RAQUEL RODRÍGUEZ
09/07/2019

 

El módulo de longa estadia do centro sociosanitário de Plasencia, onde se produziu um incêndio ao queimar um doente um colchão e teve que evacuar a 95 ingressados, se substituirá por outro de nova construção. O anunciou na semana passada Consolação Serrano, a diretora gerência do {Sepad}, do qual depende o centro, que visitou na terça-feira a instalação e reuniu-se com parte do pessoal que estava de plantão na sexta-feira.

Trata-se do prédio mais antigo, também do mais afastado e onde mais deficiências denunciaram seus trabalhadores (de águas residuais, tetos, elevadores sem funcionar…). Mas, embora segundo a diretora do centro, Soraya Cobos, se têm ido realizando obras de reforma por valor de um milhão de euros, o {Sepad} decidiu levantar um novo. El chefe do serviço de obras da Conselheria de Saúde, Jorge Rebollo, que foi ao centro junto à diretora do {Sepad}, explicou que já está contemplado um investimento de 2,5 milhões de euros e se está a estudar a localização. Uma vez decidida, a intenção é licitar este mesmo ano a redação do projeto e o próximo, a obra e «começar o quanto antes». Porque se utilizarão fundos europeus e o prédio deve estar terminado antes do 2023.

Relativamente a o sucedido na sexta-feira 28, a diretora do {Sepad} afirmou na terça-feira que «o plano de autoproteção tem funcionado perfeitamente e temos felicitado ao pessoal porque o fez muito bem». Sim disse que terá «adaptações menores» para melhorá-lo porque «nosso objetivo é melhorar a qualidade de vida das pessoas que estão aqui».

Por isso, criticou as queixas transmitidas pelo trabalhador e representante sindical Jesús Grande, quanto à mistura de doentes de origem judicial com o resto porque «se estigmatiza e diz coisas que não são certas, como que a pessoa que queimou o colchão é um doente judicial e não o é». Explicou que é um juiz quem decide que uma pessoa cumpra tratamento num centro como o sociosanitário e depois, uma equipa clínico decide sua localização e se enviam relatórios permanentes ao juiz, que valoriza se o doente permanece ou não no centro.

estar preparados / Não obstante, Serrano disse que este tipo de acontecimentos «se dão com frequência em centros deste tipo, é uma forma de chamar à atenção e temos de estar preparados para evitar que isso aconteça». Neste sentido, sublinhou que «as medidas de segurança as temos todas».

Relativamente às queixas de falta de fornecimentos, como tamancos ou pilhas, assinalou que existe um contrato-quadro para o balneário e está pendente de fiscalização um novo procedimento que permitirá aos centros realizar contratos menores ou derivados para repor-los. «A lei de contratos do sector público o tem dificultado muito e o tem atrasado», assinalou, enquanto a diretora do centro assegurou que «as coisas urgentíssimas se estão repondo».

Sobre/em relação a a amortização de praças/vagas, outra queixa do pessoal, Serrano explicou que o número de ingressados no centro tem descido muito, passando de 700 a 260 atualmente para 330 camas e 374 trabalhadores. Destes, 99 doentes encontram-se no pavilhão de longa estadia, onde trabalham 59 auxiliares, 6 enfermeiros e uma supervisora num serviço de 24 horas, segundo seus dados. «Não há rendimentos novos», pelo que assinala que a rátio de trabalhadores está ajustada ao número de doentes ingressados e às necessidades do serviço.

Com tudo, a intenção do {Sepad} é que o centro sociosanitário passe a depender do SES e seja unicamente um centro sanitário, transferindo a parte social e de dependência . Precisamente, os trabalhadores que ainda não passaram ao SES se têm queixado do tempo que levam esperando e, perante isto, a diretora do {Sepad} assinalou que o assunto se parou devido às eleições autonómicas e «terá que retomarlo agora», embora não deu datas.

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