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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Um apoio para encontrar estreitamente

A fundação {Sorapán} de {Rieros} ensina a enfrentar entrevistas, a realizar o currículo, a trabalhar em plantel/elenco e contacta com as empresas para ajudar a pessoas com doença mental e com dificuldades para conseguir um emprego a reinserir-se {laboralmente}

RAQUEL RODRÍGUEZ
08/03/2020

 

Personas com transtorno mental grave, com qualquer deficiência, desempregados/parados de longa duração, maiores de 45 anos, vítimas de violência de género ou jovens com dificuldades, todos têm na delegação de Plasencia da fundação {Sorapán} de {Rieros} um lugar no qual aprender a procurar emprego, formar-se e estar em contacto com empresas para conseguir um mesmo fim, a inserção laboral.

Com este objetivo trabalham em Plasencia, em sua sede da rua Santa Elena 2, a psicóloga Marta García, a {psicopedadoga} Ana Isabel Llorente e a artista multidisciplinar Marina Fernández. De segunda-feira a sexta-feira, manhã e tarde e emprestando um serviço gratuito para os usuários.

Por um lado, desenvolvem um programa de orientação e inserção laboral para pessoas com transtorno mental grave que lhes chegam derivadas desde/a partir de Saúde Mental e financia o Serviço de Atenção à Dependência da Junta. Por outro, o programa Incorpora, que financia La Caixa e está aberto a um coletivo de pessoas mais largo que, ou bem vão voluntariamente à fundação, ou chegam derivadas desde/a partir de os serviços sociais.

Do primeiro programa beneficiam-se atualmente umas 40 pessoas. Quando chegam, «se lhes faz uma entrevista e se vêem suas necessidades a nível laboral, com que habilidades conta e se lhes deriva aos oficinas», explica Ana Isabel Llorente. Os há de entrevistas de estreitamente, de busca de emprego, alfabetização, imagem pessoal e, desde/a partir de Junho, contam com um oficina pré-laboral que funciona como uma empresa.

O dá Marina Fernández e o que dá som «hábitos para o estreitamente, como o cumprir uns horários, ter umas rotinas, trabalhar em plantel/elenco». Trata-se de uma empresa de {manualidades} (sacos de tela grafítis, {abanicos}, chapéus, chaveiros, blocos com a técnica de transferência) que costumam vender durante o Terça-feira Maior/velho e em qualquer outro evento.

Como curiosidade, três de Plasencia, Roube Iniesta, Paco Arrojo e {Chema} Trujillo, têm cedido os direitos de pinturas que transferem nas blocos e som as mais vendidas. Tudo o que conseguem se destina ao próprio oficina ou a atividades com os usuários.

Toque empresarial

Quanto ao programa Incorpora, contam com mais de cem usuários e joga um papel destacado a «intermediação com empresas» para conseguir a inserção laboral. Marta García explica que é um programa mais individual, no qual avaliam o perfil de cada usuário e suas habilidades e enviam os currículos que consideram mais apropriados às empresas que oferecem postos de trabalho. Também estas podem pôr-se em contacto com a fundação para demandar trabalhadores, como fez por exemplo a Agrupamento de Cooperativas Valle del Jerte.

No caso de pessoas com deficiência, trata-se de «um emprego com apoio» para «que a inserção seja o mais fácil possível» e realizam um seguimento, tanto/golo ao usuário como à empresa.

Outro serviço que emprestam é o de orientação e informação e dão formação para empresas, mas com um acordo/compromisso de contratação de «pelo menos a metade dos alunos», embora reconhecem que «é difícil» e lamentam que, sobretudo para as pessoas com deficiência, «há poucas oportunidades». Por isso, instam aos empresários a «abrir a mente» porque «som tão capazes como qualquer outra pessoa, de facto, seu nível de acordo/compromisso é maior/velho porque valorizam muito a oportunidade que se lhes dá».

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