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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Turismo graças a Roube

A Câmara Municipal tramita um projeto promovido pelo exlíder de {Extremoduro} em dois quintas da estrada de Jaraíz, que contempla casas rurais com hortos para cultivar e ‘{quads}’ para caminhada

RAQUEL RODRÍGUEZ
14/07/2019

 

Robe Iniesta não renega de suas raízes. É mais, é fácil verle em ocasiões por seu Plasencia natal. Faz um tempo, comprou dois quintas situadas após O {Espartal}, com entrada pela estrada de Jaraíz e de umas dez hectares cada uma e agora, decidiu promover um projeto de turismo rural nesse espaço.

Segundo explica o arquiteto Juan Antonio Álvarez, recebeu uma chamada de sua produtora encarregando-lhe o início da tramitação do projeto. O primeiro que fez, no mês de Março, foi apresentar na Câmara Municipal «um projeto de nota urbanística», o que significa que a Junta de Extremadura deve qualificar o terreno especificamente para esse projeto. Assim, Álvarez assinala que o terreno está qualificado atualmente como paisagístico, com um uso terciário, isto é, compatível com o uso hoteleiro e de casas rurais que contempla o projeto do cantora.

O arquiteto sublinha que «o Plano Geral atual o permite e a Lei do Solo também», pelo que não acredita que a Junta tenha problemas em autorizar uma iniciativa que prevê várias casas rurais, unidas a hortos, com a ideia de que os turistas pudessem cultivá-los como parte de sua experiência em Plasencia. Por sua vez, também se prevêem «{quads} para fazer caminhada». Em definitiva, «aproveitar o ambiente natural que há».

Até neste mês, o arquiteto não tem sabido nada da tramitação do projeto por parte da Câmara Municipal. Na sua opinião, a câmara municipal «não é competente para informar as notas, unicamente tem que fazer um ofício remetendolo à Junta». Segundo fontes municipais, isto já se fez, embora nem Álvarez, «nem o representante da empresa» receberam notificação.

Sobre/em relação a o resto da tramitação, explica que, habitualmente, a Junta tarda uns três meses em autorizar uma nota urbanística e, uma vez obtida, o arquiteto deveria apresentar o projeto na Câmara Municipal e este verificar que se corresponde com o aprovado pela administração regional. Assinala que a nota «é muito exaustiva e a Junta autorizaria a fazer exatamente o que põe na documentação». Embora à tramitação lhe fica ainda um tempo, a intenção seria ter-la terminado o próximo ano para poder/conseguir iniciar/dar início as obras também no 2020.

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