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Turismo exclui à cidade duma rota cicloturista de âmbito europeu

O primeiro troço passa por Azeitona e se desvia até terminar em Galisteo. A vereadora afirma que recebe da conselheria o 0,25% de seu orçamento

 

Uma imagem de turistas na escritório municipal, ontem. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
29/02/2020

Eurovelo 1 é o nome duma rota cicloturista que começa em Noruega e conclui em Portugal. Do design do troço extremenho se tem encarregado o Comité Regional de Cicloturismo, liderado pela Direção Geral de Turismo e em seus 357 quilómetros, aproveitando a Ecopista da Prata e o eixo da N-630, não aparece Plasencia.

«Da Junta recebemos rasteiras», criticou a vereadora de Turismo de Plasencia, {Belinda} Martín, pondo esta circunstância como exemplo. Porque o primeiro troço da rota começa em Baños de Montemayor, seguindo/continuando a ecopista e a N-630 até Azeitona de Plasencia para continuar depois até Galisteo, onde termina. «Numa reunião com o diretor-geral de Turismo nos disse que Plasencia não cumpre os requisitos porque há muito trânsito». Mas a segunda e a terceira etapa concluem em Cáceres e Mérida, «que não têm trânsito», assinalou irónica.

A esta exclusão duma rota que poderia atrair turistas uniu que a Câmara Municipal receberá neste ano «o 0,25% do orçamento que tem toda a Conselheria de Turismo». Isto é, de 20,9 milhões, destinará 49.000 euros à cidade, 2.200 para o Terça-feira Maior/velho, a mesma quantidade/quantia para a Páscoa e o resto para pessoal de informação turística.

Como «outro presente da Junta», enumerou também as emendas do PP ao orçamento deste ano que solicitavam financiamento para questões turísticas, como pavilhões {feriales}, o Sala de Outono, 5.000 euros para o Terça-feira Maior/velho ou o cemitério judeu. «Em todas o PSOE votou não».

A isto somou que a Câmara Municipal não pode optar a subsídios da Diputación de Cáceres, com o que se nutre de seu orçamento e fundos europeus, como os do projeto que permitirá criar uma {wifi} pública e sistemas de informação do transporte público e estacionamentos.

Com tudo, sublinhou que os dados do ano passado «som bons, provavelmente as pilhas se as têm que pôr outros».