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Trinta artistas se unem em apoio à petição/pedido de um centro de artes

Emilio Gañán, Jiménez Carrero ou {Misterpiro} exporão em A Claras. A ideia é que a coleção do Sala de Outono seja parte de um espaço maior/velho

 

Santiago Antón (direita) e Antonio Marcelino, vice-presidente e secretário de Traços do sala, ontem. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
26/02/2020

La reclamação de que as obras do Sala de Outono de Pintura se exponham em Plasencia é a ponta do {iceberg} de um projeto mais ambicioso, a criação na capital do Jerte de um espaço de arte contemporânea, mas também de «encontro e diálogo em torno das práticas artísticas» que se dão na região. O coletivo Traços do Sala, que conta com uns 40 sócios, iniciou a procura, mas conta com outros apoios, como os dos trinta artistas que se têm unido numa exposição que se poderá ver desde/a partir de no sábado 29 e até ao 15 de Março no centro de As Claras.

Esta mostra faz parte do programa de atos Traços do sala 2. Necessidade de arte, que se desenvolverá também até ao 15 de Março e contará além disso com uma atividade na rua do artista Andrés Talavero, uma mesa redonda sobre/em relação a a necessidade do arte e um audiovisual.

Traços do sala e a Câmara Municipal, que também é patrocínador, têm organizado as atividades. La primeira será a exposição de pintura, escultura, fotografia, vídeo e {performance} de artistas extremenhos. Emilio Gañán, Pedro Gamonal, Enrique Jiménez Carrero, {Misterpiro}, Felipe Boizas ou {Morán} Sociedade Artística som alguns deles, capitaneados por María Jesús Manzanares, comissária e artista.

Além disso, o 5 de Março, às onze na praça/vaga Maior/velho, Andrés Talavero, em colaboração com alunos de Ensino secundário de Artes do IES Sierra de Santa Bárbara, levar a cabo uma atividade intitulada La vida é bela e o dia 13, às oito em As Claras, terá uma mesa redonda com Javier Cano, Concha Mordomo e Miguel Copón, junto a um audiovisual.

Tudo pela necessidade de contar com um espaço para a arte. Neste sentido, Santiago Antón, vice-presidente de Traços do Sala, assinalou ontem que confia em que as gestões entre a Fundação Caixa da Extremadura e a Câmara Municipal dêem frutos e se consiga «um espaço digno para uma exposição digna dentro de um centro que dinamize a cidade».