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Treze meses esperando operar-se

 

Tomás Delgado cruza com sua muleta um passo de peões. - TONI GUDIEL

02/03/2020

Tomás Delgado Patiño é um de Plasencia de 62 anos que leva 13 meses, desde/a partir de o 25 de Janeiro de 2019, esperando uma operação por um desgaste de ossos que lhe tem provocado uma {cogera} e não lhe permite agachar-se, «nem para {calzarme} nem para atar-me os cordões dos sapatos», explica. Mas sua maior/velho preocupação é que sua situação não lhe permite encontrar estreitamente.

Recebe uma prestação de 430 euros, sua mulher não trabalha e tem um filho a cargo de 25 anos ao que lhe oferecem «contratos de horas». Sublinha que necessita trabalhar, mas enquanto não lhe operem, sua situação é «um impedimento. Enquanto me vêem com a {cogera}, me dizem que onde vou. Fiz entrevistas, me têm pegado de prova e nada. Não posso pôr-me umas botas de segurança, estou atado de pés e mãos». Está tão cansado de negativas que «já não vou nem a procurar estreitamente, para que».

Sempre foi empregado de mesa e lhe detetaram o desgaste de ossos em 2006. «Quanto mais tempo passa, mais dores», afirma. Mas assim esteve a trabalhar até ao 2015.

No 2016 teve sua primeira consulta em Traumatologia e, com alguma reclamação de por meio por atrasos nas consultas, em Janeiro de 2019 lhe pediram uma radiografia e lhe puseram em lista de espera cirúrgica. Treze meses depois, «não me têm chamado nem para o pré-operatório», lamenta.