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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 21 de septembro de 2018

Simbolismos

ROSA MARÍA GARZÓN ÍÑIGO Técnica en información turística
03/06/2018

 

Uns 15.000 euros têm a culpa da polémica suscitada em torno da realização da rotunda na confluência das avenidas de Salamanca, Virgem do Porto, A {Salle} e Juan Carlos I de Plasencia, adjudicada por 142.0597,27 euros, financiados por fundos {Feder}-{Dusi}.

Com ela se tem pretendido conseguir um trânsito mais eficaz dos veículos filmados e uma maior eficiência energética, ao reduzir os tempos de espera e com isso as emissões de CO2. Para os peões, segundo opiniões públicas, talvez se tenham complicado um pouco/bocado as coisas, ao ser o lugar um cruzamento de grande trânsito devido à situação de importantes prédios que albergam instituições de grande assistência de público, como a Universidad de Extremadura ou do mercado todas as terças-feiras.

Estará dedicada às vítimas do terrorismo, concretamente a três de Plasencia ou filhos de de Plasencia, falecidos por este motivo, cujo lembrança ficará patente num monólito no qual figurarão gravados seus nomes e cujo valor económico é de 1.567 euros.

Embora não foi tão grave o mal-estar dos de Plasencia e {comarcanos}, bem como de boa parte de seus representantes políticos da oposição/concurso público por dita rotunda, como pela instalação duma grande bandeira (70 metros quadrados), o mastro de 25 metros de altura onde ondeará e seu custo.

As redes ardem com opiniões, que ao fim e ao cabo não vão a nenhum sítio e {lamentablemente} ficarão no esqueço como passa com tudo, o tempo, é inevitável, umas vezes {sanador} e outras doentio, se ocupará de acalmar os ânimos do pessoal e obrigará a aprender a viver com isso, como tudo o imposto, sobrevindo em qualquer sistema social que se {precie}.

A memória nos joga más passadas e, como a história não só/sozinho é criada pelos homens, mas escrita, as gerações vindouras entenderão a sua maneira os factos/feitos acontecidos em determinados momentos de cada sociedade, estado ou cidade.

{Lamentablemente}, por mais homenagens que recebam, nem as vítimas nem suas famílias poderão usufruir a vida que teriam tido se estivessem vivos e talvez, a melhor forma de empregar esse dinheiro seria fazendo-lhes entrega dele, dalguma maneira que lhes fizesse a vida mais suportável, pelo menos aos vivos, já que a perda é incomensurável.

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