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O serviço de jardins continua, mas não adjudicado

O PP levanta em solitário um inconveniente de Intervención para pagar as faturas. Após doze anos, a empresa se mantém até que finalize a licitação aberta

 

Uma votação de ontem, com só/sozinho quatro vereadores no grupo municipal do PSOE (direita). - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ
06/12/2019

El serviço de manutenção de parques e jardins de Plasencia se adjudicou no 2017 por dez anos e com dois prorrogações possíveis. No passado mês de Agosto cumpriram-se essas prorrogações sem que a Câmara Municipal o tivesse adjudicado de novo e, desde então, o segue/continua emprestando a mesma empresa, apesar de que, por seu alto custo, deve passar por uma licitação pública. Mas assim seguirá/continuará até que se adjudique de novo porque o plenário/pleno aprovou ontem, com os votos do PP e a rejeição unânime da oposição/concurso público, o pagamento das faturas que vá gerando a empresa pelo serviço.

A aprovação deste primeiro pagamento, de 84.308,43 euros, tem suposto levantar um inconveniente posto pelo interventor municipal, que se baseia na regulamento legal para recomendar a suspensão do procedimento. No entanto, o vereador de Serviços Municipal, Luis Miguel Pérez Escanilla, apelou à obrigação de manter o serviço e, dado que a Câmara Municipal «carece de meios humanos e materiais» para levá-lo a cabo, tem que fazê-lo uma empresa. Assim o reflete um relatório/informe do inspetor de serviços municipais.

Também aludiu ao «princípio de continuidade», que significa que a mesma empresa siga/continue realizando o serviço e conta «com tradição jurídica». Enumerou exemplos de Aragão, Canárias e outras comunidades.

Escanilla argumentou tratar-se duma «situação excecional» e transitória porque concluirá uma vez adjudicado o serviço, um processo que se iniciou o 4 de Novembro com a aprovação no plenário/pleno dos folhas e a licitação. Sublinhou também que não houve {inacción} por parte da Câmara Municipal porque «a nova Lei de contratos lhe deu a volta a tudo» e se tem tardado em elaborar umas folhas que incluem todas as zonas verdes.

falta de previsão/ No entanto, toda a oposição/concurso público mostrou-se contra de levantar o inconveniente e manter o serviço com este procedimento. «Por 340.000 euros vamos já», destacou a vereadora do PSOE Cristina Corral. Esta falou de «falta de previsão» e de querer «que {miremos} para outro lado sobre/em relação a o relatório/informe do interventor. Isto é susto ou morte».

El mesmo argumento empregaram {Mavi} Mata e Paqui García, de Unidas Podemos e Ciudadanos, ao {recordar} os «dois anos de prorrogação» que houve para preparar a nova licitação.

El de ontem foi um plenário/pleno de quase cinco horas no qual o PSOE só/sozinho contou com quatro vereadores, ao ter renunciado recentemente Raúl Iglesias e Guadalupe {Aparicio}. Precisamente, se aprovou propor como novos vereadores a Blas Martínez e Soraya Cobos.

Por unanimidade se aprovou destinar 967.677 euros ao plano de emprego de experiência de 2020; uma modificação orçamental para pagar empréstimos, interesses das hortas e o serviço de bombeiros; uma nova licitação do fornecimento elétrico e rejeitar um recurso do intendente por chegar fora de prazo, para além de moções sobre/em relação a o orçamento, emprego e educação.