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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 18 de janeiro de 2018

O sector turístico pede contar com um museu de história

Apresenta que o financiem a Junta, a assembleia provincial e a Câmara Municipal. A associação {Altup} propõe retomar a obra do convento das {Carmelitas}

RAQUEL RODRÍGUEZ
02/01/2018

 

Plasencia «não dispõe de nenhuma instituição {museística} de carácter público que reúna as condições de custodia, conservação e exibição adequadas. Esta carência se fez sentir em numerosas ocasiões, dando lugar a que diversas peças artísticas, arqueológicas e doutra diversa natureza patrimonial tenham que abandonar Plasencia para ser custodiadas no Museu Provincial de Cáceres ou noutras instituições similares». Por este motivo e como um atrativo turístico mais para a cidade, a associação de empresários de alojamentos turísticos da cidade, {Altup}, tem enviado à Conselheria de Cultura um escrito/documento no qual solicita a abertura na cidade de um museu de arte contemporânea e de história.

Em seu escrito/documento, datado o 22 de Dezembro, {Altup} apresenta que se financie «com a participação económica das três administrações públicas com competências em Cultura, isto é, a Câmara Municipal, a Assembleia provincial Provincial de Cáceres e a Junta de Extremadura». A esta lhe pediu uma pequena verba/partida nos orçamentos regionais.

Quanto à localização desse futuro museu, o coletivo solicita a «continuação e conclusão» das obras do prédio que foi convento de {Carmelitas}, na praceta de O Salvador. {Altup} recorda que o prédio foi adquirido por Caixa da Extremadura em 2008 para convertê-lo em Centro de Arte Contemporânea e que iniciou as obras de reabilitação no 2012. «A consequência do processo de fusão das caixas de poupanças e da crise económica, as obras de reabilitação foram paralisadas em Janeiro de 2013, deixando a reabilitação do prédio a médias».

Segundo recorda, a intervenção levada a cabo durante as obras consistiu em: renovação de cobertas e forjados, selado de gretas da fachada e muros interiores, reparação de {artesonados} e mudança carpintarias na porta de acesso à capela. Seu orçamento foi de 3,6 milhões de euros e a previsão era que tivessem estado finalizadas no outono de 2013, afirma.

«Entendemos que dar continuidade a estas obras e concluir este projeto resultará muito mais fácil e barato que começar desde zero. O prédio está escolhido, disponível e a médias de reformar. Com pouco/bocado dinheirão pode estar pronto/inteligente/esperto para acolher o futuro museu».

Segundo a sua proposta, a coleção de arte que albergaria seria a de Caixa da Extremadura, procedente dos prémios do Sala de Outono e Obra Aberta e que «atualmente encontra-se armazenada nalguma dependência de Caixa da Extremadura, sem que ninguém possa usufruí-la». Também apresentam que o novo museu pudesse acolher o busto de Carlos V e «outras peças de valor artístico que atualmente se guardam em armazéns».

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