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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

São {Gil} pede ter voz nos plenários/plenos e alega contra o regulamento plenário

Assinala que a lei lhe permite formular súplicas ou perguntas

REDACCIÓN PLASENCIA
07/03/2020

 

A Câmara Municipal de São {Gil}, Entidade Local Menor dependente do Câmara Municipal de Plasencia, apresentou uma alegação ao regulamento do funcionamento do plenário/pleno que se aprovou no início de Fevereiro graças aos votos do PP. Sua presidenta da Câmara Municipal, Esther Sánchez, reclama o direito da entidade a ter voz nos plenários/plenos quando se tratem temas relacionados com a entidade, porque assim o recolhe/expressa uma Lei superior, a Lei de {Mancomunidades} e Entidades Locais Menores da Extremadura.

Trata-se de um direito tanto/golo para São {Gil} como para {Pradochano}, bem como a obrigação da Câmara Municipal de Plasencia de convocar aos presidentes da câmara municipal das entidades e facilitar-lhes a documentação que lhes {competa}. Por sua vez, estes «poderão formular súplica ou pergunta sobre/em relação a assuntos que afetem à entidade».

Segundo Sánchez, o facto/feito de ter debatido este regulamento em comissão e plenário/pleno sem ter convocado às entidades faz com que «o processo seja nulo». Por isso, espera que sua alegação seja aceitada e, caso contrário, adverte que a Câmara Municipal {sangileño} irá aos tribunais para obter a nulidade e evitar que «se {cercene} um direito», o de participação cidadã, que «a cidadania de São {Gil} e {Pradochano} tem».

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