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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 12 de dezembro de 2019

O Refúgio denunciará por burla a cria e venda ilegal de cachorros

São os mais abandonados, fruto de «ninhadas {indeseadas}»

R. R. PLASENCIA
11/07/2019

 

A protetora de animais O Refúgio tem conhecimento de «criadores ilegais» de cães que, em casas ou quintas, sem autorizações nem garantias legais nem sanitárias, criam para «lucrar-se com a venda de cachorros». Denunciam que os que não se vendem «são abandonados», como o caso dos três cachorros encontrados o passado sábado num contentor e que morreram por desidratação e desnutrição. Por isso, a presidenta do coletivo, María Salud Mateos, anunciou ontem que a protetora «vai a começar a cursar denúncias por burla à Finanças, já que parece que por maltrato ou abandono não se cursam as denúncias ou não têm êxito».

79 {abandonos} / Precisamente, assinala que a maioria dos cães abandonados no primeiro semestre deste ano foram cachorros, «fruto de ninhadas {indeseadas}», pelo que recomendam a {castración}.

Ao todo, de Janeiro a Junho, se produziram 64 {abandonos} de cães e 15 de gatos procedentes de domicílios. A parte positiva é que as adoções quase igualam aos {abandonos} porque se produziram 63 adoções de cães (45 nacionais e 18 internacionais) e 10 de gatos.

Não obstante, o número de animais acolhidos nas instalações municipais que gere a protetora não desce e o refúgio continua a estar saturado, com mais de 100 animais, alguns repartidos em casas de acolhimento.

Por isso, «continuamos insistindo na necessidade de que a Assembleia provincial Provincial de Cáceres culmine o projeto de centro provincial de recolhida, combinado com um plano rural de esterilização de animais».

Por seu lado, levam dois anos querendo ser feito um projeto de captura, esterilização e solta de gatos de rua, mas até agora não têm tido possibilidade económica. Esperam poder/conseguir fazê-lo neste ano, embora seu principal rendimento são os 28.000 euros que recebem da Câmara Municipal para a gestão do refúgio, insuficiente porque, só/sozinho no passado ano, suas despesas passaram dos 60.000 euros, a maioria em veterinários e penso. Agradecem que os fornecedores «suportam este infrafinanciamento» e as doações de muitos voluntários.

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