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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 22 de janeiro de 2018

Recorde mundial envolvido em gelo

Víctor Cerro supera as 4 horas e recupera o pódio que conseguiu pela primeira vez em 2011

R. R. PLASENCIA
27/12/2017

 

En o 2011, o de Plasencia Víctor Cerro conseguiu o recorde do mundo de manutenção em gelo ao chegar a as 2 horas e 36 minutos. Agora, acaba de superar-se a sim mesmo e ao romeno que se o tinha arrebatado um ano depois ao ter conseguido permanecer num sarcófago de gelo quatro horas e dez minutos, nada menos que uma hora mais que o recorde de 2012.

Dias antes de enfrentar-se ao repto/objetivo, assinalava que confiava em que podia consegui-lo iniciando antes seu processo de aquecimento e ontem, confirmou que esta tinha sido uma das causas do êxito. «Esta vez, tenho utilizado minha ferramenta para produzir calor antes, para estar mais tempo com febre». Sua ferramenta é o chá com {glicerina}, uma atualização do chá com sabão que os {chamanes} ou santões da Índia tomavam para provocar uma reação {exotérmica}.

E outra das chaves foi o facto/feito de poder/conseguir permanecer durante tudo o tempo falando com o público que se deslocou até Burgos para ver se conseguia o recorde e também respondendo mensagens verbalmente através de Facebook, porque o repto/objetivo se transmitiu ao vivo através de esta aplicação. É que, apesar de estar rodeado por uma tonelada e média/meia de gelo, tinha o telemóvel ancorado a um ferro e através dele pôde comunicar-se. «Me teve superentretido e me {evadí} um pouco/bocado».

Uma vez batido o recorde, o de Plasencia confessa que «as sensações foram espantosamente muito melhores que no ano 2011», embora ao vivo, cada vez que lhe perguntavam se tinha frio, a resposta era, obviamente, sempre afirmativa.

Às quatro horas e cinco minutos e após uma recomendação prévia de sua mulher, {Patri} {Zenner}, já não pôde aguentar mais e pediu que lhe {sacaran}. «Já me estava descendo a temperatura e estava muito cansado, tinha queimado muitas calorias». Após este novo êxito, afirma que já não lhe incomodará que outro lhe arrebate o recorde porque significará que outra pessoas «poderá demonstrar que os humanos podemos fazer coisas alucinantes».

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