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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 14 de dezembro de 2018

¡{Pum}, {pum}, {pum}!

ROSA MARÍA GARZÓN ÍÑIGO Técnica en información turística
02/01/2018

 

Todos conhecemos a alguém que tem sofrido algum percalço com clássicos gay/chatos/petardos, foguetes ou algum tipo de produto de {pirotecnia}.

Costume, má desde meu ponto de vista, tão enraizada como o torrão ou o bolo-rei, mas infinitamente pior claro está. Se supõe que é algo que se herda e que os pais, por isso de mudar-se a sua infância ou juventude, ensinam a seus filhos.

A proibição de seu uso na maioria das cidades espanholas não é suficiente para erradicar seu uso e abuso. É habitual ver a meninos de muito curta idade com estes artefactos em forma de pequenas bombas, cuja carga/carrega vai atarefada em papel e que com só/sozinho atirá-la com força ao chão, explora. É evidente que um menino de seis anos não descobre sua existência por sim só/sozinho e que a mão de um adulto, o que seja, está detrás.

Segundo estudos científicos/cientistas realizados para apurar o motivo pelo qual nos é aprazível o uso da {pirotecnia}, se revela que o tempo decorrido entre que se pega a mecha e se produz a detonação, provoca um estado de stress bom que proporciona uma libertação de dopamina no organismo, hormona responsável da sensação de bem-estar em nosso corpo. Algo similar ao que experimentam os amantes das armas de fogo, desde que apontam, até que apertam o gatilho.

Tenho podido experimentar em meu próprio corpo seus negativos efeitos por uma manipulação indevida, quando se esquece a perigosidade de seu uso. Embora o regulamento em relação é hoje em dia mais severa, seguem/continuam existindo multiplas infrações que não são penalizadas, apesar da multidão de casos registados de feridos de diversa consideração por causa de jogos {pirotécnicos}. Estão nos {kioskos} e lojas de chineses, qualquer os pode comprar de forma particular e, embora têm uma quantidade/quantia relativamente pequena de pólvora, a lei permite até três gramas por unidade, o facto/feito é que conformam uma masa suficiente, para provocar danos de gravidade em nosso corpo, como amputações de membros, cegueira, etc. Sem falar dos decibeis que geram, que oscilam entre 65 e 120, quando o nível permitido pela União Europeia é de 45 {dB}.

Os humanos {sufrimos}, mas aqueles que pior o passam são os animais, que fogem {despavoridos} para esconder-se e afastar-se desse infernal ruído.

Rever nossos costumes, às vezes, é necessário.

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