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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de novembro de 2017

PSOE e Plasencia em Comum levam ao plenário/pleno o serviço de limpeza

O tema a tratar será o da privatização nas escolas públicos. Os socialistas estimam que só/sozinho se contrataria a uns 18 trabalhadores

ALEX DE MATÍAS plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
04/09/2017

 

El ponto principal, sobre/em relação a o que {versará} hoje o plenário/pleno municipal, será a aprovação da revisão de preços do contrato de gestão dos serviços públicos de recolhida de resíduos sólidos urbanos, recolhida seletiva de origem, transporte dos resíduos e a limpeza rodoviária. Mas PSOE e Plasencia em Comum ({PeC}) pedirão explicações sobre/em relação a o plano de privatização do serviço de limpeza em colégios públicas.

Um dos temas que o PSOE levará ao plenário/pleno é o relacionado com a privatização da limpeza das escolas públicos. Um tema ao que se somará Plasencia em Comum ({PeC}). Os socialistas pensam que a Câmara Municipal «não tem em conta o número de trabalhadores, mas só/sozinho as horas que vão contratar e nossos cálculos nos indicam que têm a intenção de contratar tão somente 18 pessoas, que são insuficientes para os nove colégios públicas que há na cidade», explicou David Núñez, líder do PSOE local.

Por seu lado, desde {PeC} consideram que «seria melhor que a Câmara Municipal o gerisse por seu lado e assim se evitaria de pagar o IVA e o benefício comercial da empresa, seria mais eficiente, economicamente falando e porque, além disso, na câmara municipal há pessoal que se pode {encagar} de geri-lo e fazer uso de os planos de emprego social», assegurou Abel Izquierdo.

Este tema será um dos muitos que se tratarão desde as dez da manhã no sala de plenários/plenos da Câmara Municipal. Outro será o da revisão de preços que pediu a empresa encarregada do serviço.

Terá seus detratores, pois desde o PSOE indicaram «que não estão de acordo com esta revisão», pois pensam que «se realizará em alta, como já passou na última revisão». Não estão de acordo com isso porque «a revisão suporá um aumento do orçamento em algo mais de 2.300 euros e porque em nenhum lugar do folha põe que só/sozinho seja a empresa a que tenha que pedir a revisão, que também o pode fazer a Câmara Municipal», assinalou David Núñez.

Esta crítica vai em relação à pergunta que realizaram na última comissão onde se interessaram pela revisão de preços do ano 2015. «A resposta que {obtuvimos} foi que não se fez e acreditamos que não se levou a cabo porque os índices dos preços nesse momento estavam em baixa e à empresa, que não pediu a revisão, não lhe interessou. Mau facto/feito por parte da Câmara Municipal, porque se se tivesse revisto esse ano, se tivessem poupado uns 80.000 euros», sentenciou o líder dos socialistas.

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