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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 19 de agosto de 2019

O presidente da Câmara Municipal exige responsabilidades


09/07/2019

 

Após o incêndio acontecido na sexta-feira 28 à noite no centro sociosanitário de Plasencia, seu presidente da Câmara Municipal, Fernando Pizarro, sublinhou: «Se tem posto em risco a vida de trabalhadores e pacientes. Aqui há responsabilidades e as terá que assumir a Junta, o {Sepad} e a diretora do centro». Além disso, anunciou que pedirá à Inspeção de Trabalho que vá ao centro.

Pizarro disse que o acontecimento «não me cai de surpresa porque em muitas ocasiões os trabalhadores me transferiram sua preocupação por sua precária situação e falta de produtos de primeira necessidade» como folhas de barbear ou material de sujeição de cadeiras de rodas, disse.

Criticou sobretudo a «falta de medidas de segurança», que disse impõe o {Sepad} quando recebe um projeto, mas «não cumprem o regulamento em seus prédios».

Do acontecimento, destacou a rápida atuação das polícias e bombeiros e salientou que «um guarda de segurança duma empresa externa teve que ser atendido por inalação de fumo e uma {residnete} ficou encerrada num serviço e não sabiam onde estava. Isto foi na sexta-feira e o {Sepad} não disse nem {pío}».

A diretora gerência do {Sepad}, Consolação Serrano, disse na terça-feira que estas palavras são uma «utilização política de mau gosto» do acontecimento. «Temos de construir em torno da imagem das pessoas com transtorno mental e as medidas de segurança as temos todas».

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