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El Periódico Extremadura | Sábado, 20 de outubro de 2018

O PP aprova as contas com toda a oposição/concurso público contra, salvo Extremenhos

São {Gil} e {Pradochano} contam já com um convénio económico

REDACCIÓN PLASENCIA
30/12/2017

 

Como era previsível, o governo local do PP aprovou ontem os orçamentos municipais para o 2018 graças a seu maioria absoluta. Além disso, contou com a abstenção de José Luis Díaz, porta-voz de Extremenhos, mas o resto da oposição/concurso público, PSOE, Ciudadanos e Plasencia em Comum, votaram contra das contas mais elevadas dos últimos anos, de 36,6 milhões, graças sobretudo aos fundos europeus e à previsão de melhoria dos rendimentos pelo imposto de construções.

O vereador de Finanças, José Antonio Hernández, defendeu os orçamentos porque suporão um aumento nas investimentos, na dotação para emprego, na despesa social e cultural, e inclui também como novidades o cânone que deverá pagar a empresa do parque eólico e a compensação pelo {IBI} que não pagam as escolas concertados, solicitada ao Estado.

José Luis Díaz aplaudiu o aumento dos rendimentos e destacou o «bom trabalho do governo municipal com os fundos europeus», mas absteve-se porque não faz parte do governo.

O PSOE, por outro lado, votou contra porque as contas «não resolvem nem reduzem os problemas da cidade, mas os ignoram e mascaram». Falou de umas contas «de ficção» porque «não contemplam toda a dívida» e, neste sentido, perguntou várias vezes pelo pagamento de interesses das hortas da Ilha.

Para Ciudadanos, é um orçamento «irreal, sem garantias e motivado pela precipitação», enquanto Plasencia em Comum o qualificou como uma «falta de respeito» porque «não responde às necessidades sociais, não tem em conta a igualdade nem a acessibilidade e não é participativo».

O plenário/pleno aprovou também ontem a Relação de Postos de Trabalho municipal e os ansiados convénios com as entidades de São {Gil} e {Pradochano} que regulam seu {independiencia} económica do Câmara Municipal de Plasencia.

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