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El Periódico Extremadura | Sábado, 18 de janeiro de 2020

Pizarro acusa a Martín da marcha de Igrejas e esta alega razões pessoais

O presidente da Câmara Municipal pede ao PSOE que reflita para que assuma sua responsabilidade. A secretária local socialista responde: «Eu não me tenho carregado a ninguém»

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
29/11/2019

 

Hay um responsável na cúspide, a responsável última é sua secretária geral, que não tem assumido nenhuma responsabilidade». Assim culpou ontem o presidente da Câmara Municipal de Plasencia e presidente do PP local, Fernando Pizarro, a Branca Martín da renúncia do porta-voz do grupo municipal do PSOE, Raúl Iglesias e da vereador Guadalupe {Aparicio}. Pizarro recordou que Martín «disse que vinha a coser ao jogo/partido e agora está pior» e pediu ao PSOE que faça «uma profunda reflexão, pela responsabilidade de Martín, que não assume».

A aludida lhe replicou pouco/bocado depois com contundência: «eu não me tenho carregado a ninguém, se têm ido porque quiseram, foi uma decisão pessoal».

Pizarro disse que não lhe surpreenderam as demissões porque «a situação do grupo era muito delicada, tinha uma divisão interna palpável». Por isso, «possivelmente, não disseram toda a verdade de porque é que iam», disse.

Com tudo, destacou o respeito por sua decisão e seu «acordo/compromisso, educação e lealdade à instituição» e manifestou que espera uma oposição/concurso público não preocupada por suas problemas internos para «que nos ajude com o rolo da maioria absoluta do PSOE na assembleia» com as medidas solicitadas para a cidade.

Como resposta, Martín insistiu em não ter tido «nada a ver» com as renúncias e destacou que «não há nenhum problema interno no PSOE de Plasencia. Gostaria saber se tem algum o PP, que me dá que sim».

Por sua vez, perguntou a quem deveria pedir responsabilidades por perder duas vezes as eleições nacionais, para além das europeias e as regionais. «Provavelmente não tem tanto/golo apoio quem levava a uma de Plasencia de número 13 para a assembleia e a única de Plasencia na assembleia sou eu». Enfatizou que os resultados a nível nacional do PP são «bastante maus» e recordou que só/sozinho o PSOE de Plasencia tem representação nas instituições, enquanto Dolores Marcos, número 2 do PP por Cáceres ao Congresso, ficou fora.

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