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El Periódico Extremadura | Sábado, 18 de agosto de 2018

A pintura no aprendizagem

Alunos do instituto/liceu Serra de Santa Bárbara têm desenvolvido um projeto de renovação da biblioteca do centro com pinturas murais de personagens ilustres de todas as matérias {curriculares}

RAQUEL RODRÍGUEZ
03/06/2018

 

«¿Porque é que deixámos de pintar? ¿Porque é que quando somos pequenos sentimos a necessidade de expressar-nos com a pintura e esta vai desaparecendo segundo vamos crescendo?» A necessidade de renovar fisicamente a biblioteca do {IES} Serra de Santa Bárbara levou à professora Porto {Tovar} a fazer-se estas perguntas e a resposta foi um projeto que conseguiu «integrar a pintura mural na sala de aula para, por uma parte, devolver a meus alunos essa faculdade inata que todos {poseemos} e também um meio para {trasmitir} uns valores e conhecimentos de todas as áreas dadas no centro escolar».

Assim, dado que a biblioteca reúne todas as matérias que se dão no centro, foi o lugar escolhido para mostrar, com pinturas, o que encerram os livros. Os escolhidos foram personagens importantes em cada matéria e frases significativas. Assim, as paredes da biblioteca luzem já imagens de William Shakespeare, {Marie} {Curie}, Leonardo Da Vinci, Miguel de Cervantes, Michael Jackson, {Mireia} Belmonte, Juana de Arco, {Mafalda}, {Tin} {Tin} ou {Alicia} no país das maravilhas.

Um grupo de alunos de segundo do Programa de Melhoria do Aprendizagem e Rendimento ({PMAR}), com idades compreendidas entre os 14 e os 16 anos, acompanhados nalgumas ocasiões por alunos de primeiro de Ensino secundário Artístico, foram os artífices da mudança.

«Poder/conseguir inculcar-lhes multidão de valores mediante a pintura supôs um repto/objetivo e ao mesmo tempo uma grande satisfação», assinala a coordenadora do projeto. Se tem desenvolvido neste terceiro trimestre do curso, durante dez semanas.

Primeiro, organizaram como realizar as pinturas, escolhendo os personagens e seus encontros e depois, chegou o momento de pintar. A decoração a realizavam uma vez à semana «nalguns recreios e horas livres».

Foi um trabalho com um foque multidisciplinar e {colaborativo} e com um resultado visível, não só/sozinho para a comunidade educativa do instituto/liceu, mas, graças à difusão através de meios, internet e redes sociais, «tem uma dimensão fora de nosso ambiente escolar e local, podendo ser adaptada por outros centros».

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