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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

O pessoal do sociosanitário para temporariamente suas mobilizações

Se caem em saco quebrado, voltarão com suas reivindicações no mês de setembro. Elaborará este verão um relatório/informe de necessidades, que remeterá ao {Sepad}

RAQUEL RODRÍGUEZ
16/07/2019

 

Las relações entre a direção do Serviço Extremenho de Atenção à Dependência ({Sepad}) e parte do pessoal do centro sociosanitário de Plasencia se reconduziram ontem depois da visita e reunião da diretora do {Sepad}, Consolação Serrano, com os trabalhadores. Tanto/golo é por isso, depois de/após ter celebrado uma nova concentração às portas do centro para seguir/continuar reclamando melhorias antes da visita, no fim da reunião, se anunciou a paralisação das reivindicações, pelo menos até setembro, no caso de que «não se materializem» as melhorias.

Porque um dos compromissos aos que se chegou ontem foi que os trabalhadores elaborarão um relatório/informe de deficiências e necessidades, que «{finalizaremos} durante este período de férias», para remeter depois à direção do {Sepad} com o objetivo de que suas procuras se atendam. Neste sentido, a diretora-geral assinalou ontem: «{Atenderemos} suas reivindicações» e elogiou que o próprio pessoal «faça propostas para melhorar».

Em sua segunda concentração, com algo menos de participação que a primeira e também com a presença dalguns vereadores do PP, leram um novo manifesto, no qual se queixavam precisamente de que «nenhum responsável» se tinha reunido com eles e o centro continuava «exatamente igual», quanto ao «deterioração» e «desamparo» que vêm denunciando.

Também agradeciam o interesse/juro da diretora do {Sepad} porque «a melhor maneira de solucionar os problemas que apresenta o centro é o diálogo, o trabalho em plantel/elenco e a colaboração».

Precisamente, Consolação Serrano destacou o ambiente «muito positivo para todos» da reunião, na qual, segundo explicou, se analisou o plano funcional e as medidas de autoproteção e de segurança, que mostrou-se aberta a «rever, modificar e estabelecer canais de comunicação».

Sublinhou que o novo prédio que substituirá ao de longa estadia «é uma realidade» porque vai-se a licitar em Agosto e assinalou que o volume de pessoal do centro «é o adequado», embora «se pode reorganizar para ser mais efetivo». Em definitiva, quis sublinhar que «todos estamos no mesmo barco e a administração está comprometida com as necessidades deste centro».

É o que esperam seus trabalhadores, satisfeitos de que suas reivindicações tenham tido eco e que enfatizam que, «apesar das boas palavras, nosso acordo/compromisso é com nossos pacientes e nosso trabalho» e seguirão/continuarão reclamando melhorias, se não chegam.

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