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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

O orçamento se aprova com a oposição/concurso público contra

Aprovam mudar o PGM para fazer outra condomínio junto à {Mazuela}. Da mesma forma sai adiante a {RPT} e a segunda licitação das zonas verdes

RAQUEL RODRÍGUEZ
05/03/2020

 

Para o governo municipal do PP, os orçamentos do Câmara Municipal de Plasencia para neste ano som «muito {reflexionados} e os de maior/velho envergadura dos últimos anos». Para o PSOE, som «irresponsáveis, temerários e prepotentes»; para Unidas Podemos, «continuístas» e para Ciudadanos, recolhem/expressão «{futuribles}». Ontem saíram adiante graças à maioria absoluta do governo local e com toda a oposição/concurso público contra.

Foi no plenário/pleno ordinário de Fevereiro, que começou com umas palavras do grupo municipal do PSOE até seu excolega falecido Iván Sánchez e um minuto de silêncio. Além disso, da mesa principal pendurava um cartaz em apoio ao água do torneira.

Quanto aos orçamentos e, como já tinha explicado o vereador de Finanças, José Antonio Hernández, ascendem a 39,7 milhões, superando em mais de quatro milhões aos de 2019, sobretudo pelo aumento dos rendimentos em previsão do início das obras de dois dos quatro parques de renováveis que estão em tramitação e também pela atualização do cadastro.

O vereador leu a memória justificativa destas contas para sublinhar que «aumentam os rendimentos, melhoram os serviços municipais, a atenção social e o emprego, apesar do endividamento» e de incumprir tanto/golo a regra da despesa como a Lei de Estabilidade Orçamental, o que obriga a outro plano de ajuste.

Sua explicação não convenceu à oposição/concurso público e Alfredo Moreno, do PSOE, aludiu ao «demolidor» relatório/informe de Intervención sobre/em relação a os incumprimentos e os qualificou de «burlão». {Mavi} Mata, de Unidas Podemos por Plasencia, lhe recriminou que «têm construído moinhos no ar» e que não refletem as procuras e necessidades da sociedade e Paqui García, de Ciudadanos, incidiu também nos incumprimentos económicos, recordou que existia a opção de não subir o cadastro e afirmou que se baseia em «{futuribles}».

tempo perdido / Os mesmos votos, a favor e contra, teve a Relação de Postos de Trabalho da Câmara Municipal, que se apresenta sempre unida ao orçamento e a aprovação do nova folha e saída a licitação do serviço de manutenção das zonas verdes da cidade, por segunda vez, devido a um recurso. «Têm metido a pata, o fizeram mal e não se lêem as leis», assinalou o PSOE. UP seguiu/continuou defendendo a gestão direta do serviço e Ciudadanos criticou que o assunto voltasse ao plenário/pleno após aprovar-se em Novembro. «Têm tido dez anos mais dois», disse em alusão ao período de adjudicação anterior.

De igual forma, o PP tirou adiante a ratificação de um acordo com a Câmara Municipal de Navalmoral pela prestação de serviços de forma voluntária do intendente e dois agentes da Policia Municipal em Navalmoral durante os passados carnavais, de 21 a 26 de Fevereiro. A oposição/concurso público criticou que o assunto se leve ao plenário/pleno depois de/após ter realizado o serviço e com a situação atual da plantel/quadro policial local.

O que sim se obteve unamimidade foi a aprovação provisória de um mudança no PGM para a condomínio prevista junto à {Mazuela} e uma moção acordada para reclamar o {Personero} do Comum na cidade.

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