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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

«O 2018 será o ano das realidades e do descole»

RAQUEL RODRÍGUEZ
31/12/2017

 

-Termina o 2017. ¿Acredita que foi um ano de transição até um 2018 que só/sozinho pelos fundos europeus já trará mais projetos à cidade?

-O 2017 foi o ano em que se têm {cristalizado} sobre/em relação a o papel e os orçamentos os fundos europeus e grande parte de infraestruturas que temos reivindicado durante décadas. É o caso de Martín Palomino, a depuradora, o comboio, a entrada norte e se tem terminado a estrada de Montehermoso, se inaugurou o palácio de congressos... E neste ano foi também o melhor desde o ponto de vista turístico e foi o ano em que mais avanço temos podido ver no descida/desmpromoção do desemprego.

-¿Como definiria nessa altura o 2017 e como se apresenta o 2018?

-Como o ano da esperança, que termina com a notícia da declaração de impacto ambiental positivo para o parque eólico. Além disso, neste ano chegámos ao acordo com Finanças para dar-nos mais tempo para devolver o crédito das {Huertas} de A Ilha. E o 2018, graças aos fundos europeus e à previsão de maiores/ancianidade rendimentos por impostos como o de construções, será o ano das realidades e de descolar duma maneira mais firme.

-O desemprego tem descido, mas ainda está longe de as 4.000 pessoas. ¿Que acredita que falta para que realmente este problema se solucione?

-Espero que com esta melhoria do turismo e a construção das duas residências de maiores/ancianidade, que vão a criar um emprego aproximado de 200 postos de trabalho, seja possível que o desemprego desça duma maneira mais notável. Nos tem costado muito descer dos 5.000 e agora o repto/objetivo é descer dos 4.000 e espero que se produza no 2018 e 2019. Além disso, mantemos contactos com a Junta para alargar os terrenos industriais do polígono e que nos tenha em conta quando grandes empresas venham a Extremadura. Essa ajuda é fundamental.

-Ao longo/comprido deste ano se têm instruído as diligências do caso das habitações de Santa Bárbara, ¿qual vai ser a postura da Câmara Municipal e que mudou quanto à {políticia} municipal com as construções na serra?

-A política de disciplina urbanística mudou radicalmente a partir do 2011, onde puseram-se sobre/em relação a a mesa as ferramentas para a possível legalização de sacos de chão construídas, através do PGM. A segunda questão foi criar o escritório de disciplina urbanística e o alargamento da plantel/quadro. Tudo isso faz possível o controlo e as medidas a adotar para poder/conseguir levar a efeito as medidas para legalizar esses espaços. E também desde Intervención e Rendimentos se estabeleceu o cobrança dos impostos não prescritos. Neste momento, quanto ao procedimento judicial no qual participamos como prejudicados, estamos esperando a que os recursos sejam firmes e já {avanzamos} que se calhar seria pertinente tirar ao vereador Francisco Barbancho porque por tempos sua responsabilidade é ínfima neste assunto. Estamos atuando com toda a prudência e com toda a firmeza para defender os interesses da cidade.

-Uma questão que segue/continua pendente é Martín Palomino. ¿Realmente se verão avanços no 2018?

-Tendo em conta que tem que passar por Finanças, o convénio se assinará em Fevereiro ou Março. A partir desse momento, a Junta poderá licitar a redação do projeto, que não é fácil, e o propósito é o consenso permanente com os industriais, pelo que será longo/comprido, de entre 6 e 9 meses, com o que no 2019 se poderão iniciar/dar início já as obras. Terá um processo de licitação e teremos que coordenar-nos.

-Em relação ao comboio, ¿deixará de ter Plasencia uma estação de segunda categoria/escalão?

-O que temos reivindicado como plantel/elenco de governo é que não queremos uma estação a 15 quilómetros da cidade porque seria uma estação fracassada e {Adif} acolheu a petição/pedido e, neste momento, vão a fazer as ramificações da via principal até à estação e mantendo uma estação a 15 quilómetros para o transporte de mercadorias, por isso teremos umas comunicações ferroviárias excecionais. E não {cesamos} no empenho de ter a possibilidade de reabrir o Ruta de la Plata.

-No 2018 terá que começar a pagar interesses pelas {Huertas} da Ilha...

-Sim, se trabalha nos orçamentos para poder/conseguir enfrentar nossas obrigações. Há um recurso em relação ao auto do juiz e isso atrasa muito, com o que temos orçamentado o mínimo e, se temos de pagar mais, temos mecanismos para fazê-lo.

-Chega um ano pré-eleitoral. ¿Estaria disposto a repetir de candidato se o jogo/partido se o pede?

-A questão é essa, que o jogo/partido considere que tenho que repetir. Fica ano e meio e o deixaremos para quando o jogo/partido abra esses processos.

-Uma mensagem para os de Plasencia face ao novo ano:

-A mensagem é o da esperança. Me tem tocado ser presidente da Câmara Municipal num momento muito difícil e com muito poucos recursos, mas nestes últimos anos se têm sentado as bases esperançosas para voltar a recuperar a situação que vivia Plasencia antes da crise e espero que seja possível nos próximos anos, com toda a humildade do mundo.

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