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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

O número de inscritos no Sexpe desceu em 354 pessoas no 2018

A maioria, 228, são homens e o sector onde mais desceu, serviços. As pessoas com ocupações elementares supõem 1.587 das 4.128

RAQUEL RODRÍGUEZ plaesncia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
07/01/2019

 

El 31 de Dezembro de 2017 tinha 4.482 pessoas inscritas nas listas do Sexpe em Plasencia. Um ano depois, no passado 31 de Dezembro, eram 4.128, ao todo, 354 menos que um ano antes. É uma descida, mas leve porque, de facto, de 31 de Janeiro do ano passado a 31 de Dezembro, a diferença era de 530 pessoas e esse número não aumentou, mas tem descido ao longo do ano 2018.

Porque Dezembro, como assinalou o presidente da Câmara Municipal, é um mês tradicionalmente de descida do desemprego, em parte graças ao plano de emprego social e às contratações natalícias. Assim, o passado Dezembro 86 pessoas saíram das listas do desemprego e, um dado significativo, todas foram mulheres porque, de facto, subiu numa pessoa o desemprego masculino e o feminino desceu em 87.

Não obstante, as mulheres continuam a ser maioritárias nas listas do Sexpe porque, a 31 de Dezembro, tinha 2.356 inscritas, frente a 1.772 homens.

Quanto ao descida/desmpromoção de 2018, também é mais acusado/arguido nos homens, com 228 menos apontados às listas do desemprego, frente a 126 mulheres menos inscritas.

Em relação aos serviços com mais desemprego, tanto/golo no 2018 como no 2017, são os mesmos os que lideram o ranking, embora em todos os casos tem descido o número de desempregados/parados. Assim, o que mais desempregados aglutina é o sector serviços, com 2.872 desempregados a 31 de Dezembro de 2018, seguido/continuado do sector da construção, com 389 e de sectores sem atividade, com 359 inscritos no Sexpe.

E quanto ao tipo de ocupações dos desempregados, segundo os dados do Observatório de Emprego da Extremadura, as ocupações elementares lideram a lista, com 1.587 desempregados, seguidos/continuados de 1.046 trabalhadores de serviços de restauração, pessoais, de proteção e vendedores. Em terceiro lugar estão os artesãos e trabalhadores qualificados de indústrias manufatureiras e da construção, exceto operários de instalações e maquinarias, com 427 pessoas inscritas no Sexpe. Em contraposição, só/sozinho há 11 diretores e gerentes apontados.

Com estes dados, Fernando Pizarro considera que temos de «seguir/continuar lutando para que continue a descida. As políticas a nível regional e nacional devem ir em a direção de criar e não destruir emprego e em melhorar os tipos de contrato e as retribuições dos empregados». Espera que este 2019 seja um ano «bom e as medidas que se tomem permitam seguir/continuar avançando em trabalho e oportunidade para todos».

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