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Não encontram anestesistas para cobrir as vagas

Há 8 facultativos em ativo duma plantel/quadro de 12 e já não trabalham à tarde. Até ao dia 3 se vinham realizando umas 45 operações de tarde mensais

 

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
02/03/2020

Tal como disse com as vagas em Traumatologia, Dermatologia e Oftalmologia, a Conselheria de Saúde afirma que está a fazer «todos os esforços possíveis para contratar anestesistas» no hospital Virgem do Porto de Plasencia, mas «não {encontramos} facultativos com este perfil no mercado laboral» e confia na Oferta Pública de Emprego que há em curso para Anestesiologia.

Após a denúncia da secção sindical de UGT da área de saúde, que fala duma situação «crítica» devido ao défice de plantel/quadro, Saúde aponta que o pessoal tem 12 praças/vagas de facultativos, das quais 3 estão vagas. Além disso, atualmente há um facultativo de baixa {paternal}, pelo que o pessoal ativa atual é de 8 facultativos.

Se dá a circunstância para além de que, até ao 3 de Fevereiro, realizavam jornadas extraordinárias de tarde com o objetivo de reduzir a lista de espera cirúrgica ao aumentar o número de operações. Não obstante, cabe {recordar}, como também faz a conselheria, que «não som uma obrigação dos facultativos, mas têm carácter voluntário».

UGT assinalou que, para além de sua jornada de segunda-feira a sexta-feira e seus 8 guardas mensais de 24 horas, realizaram, desde/a partir de Outubro, uma média/meia mensal de 37 jornadas extraordinárias, à espera de que se estabilizasse o pessoal, o que não aconteceu.

Graças a estas horas extraordinárias e segundo os dados de Saúde, se tinham vindo realizando à volta de 15 sessões cirúrgicas ao mês, com um número variável de intervenções cirúrgicas por sessão, algo mais de 3 em média por sessão. Também recordou que «geralmente os casos mais graves e prioritários se programam de manhã, enquanto pelas tardes se fazem os menos urgentes».

UGT criticou que os tentativas do próprio serviço para estabilizar o pessoal têm chocado com as «repetidas ofertas» de outro hospital do SES, no entanto, Saúde assegurou que «desde/a partir de as gerências doutras áreas e a estrutura diretiva do SES não houve oferta alguma nesse sentido». Pelo contrário, assinala que, durante o último trimestre de 2019, o hospital Virgem do Porto teve contratado a um anestesista ao que «se ofereceu um contrato de interinidade que rejeitou, aceitando somente contratos mês a mês até que, no passado mês de Janeiro, não quis renovar».

E em relação à proposta sindical de que três MIR que estão em Cáceres e Badajoz concluam seu último ano de formação em Plasencia, Saúde responde que, na última fase da formação, que começa em Março, sim seria possível, mas «sempre contando com a conformidade dos residentes» e da unidade docência da área em que se formam.