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Medo

 

ROSA MARÍA Garzón Íñigo
08/12/2019

Continuamos…, isso ponho sempre quando {publico} minha opinião domingueira nas redes sociais. Porque é o que fazemos, seguir/continuar apesar de tudo e sobreviver.

Esta passada semana, à volta de a uma da madrugada de sexta-feira a sábado, uma jovem de Plasencia que se dirigia a sua casa foi abordada por um indivíduo em plena rua quem lhe gritou: «¡{Eh} tu, {espérame}, que te vou a dar o que {mereces}!». Conseguiu {zafarse} como pôde após ser empurrada em várias ocasiões pelo {susodicho}, enquanto lhe indicava: «não quero problemas, por esta vez te {libras}». E se deliberou, por esta vez…

Assim {andamos}, com medo, por nossas mães, filhas, sobrinhas, irmãs, amigas e por {nosotras} mesmas… Sem generalizar, porque também conheço a muito bons homens, temos de convivir com acossadores, abusadores e delinquentes desalmados, às vezes doentes e outras não, aqueles que têm o poder/conseguir de maltratar-nos a seu antojo, física ou {síquicamente}, desapiedados e sem um ápice de remorso de consciencializa.

Certo é que existem casos nos que o género muda e são as mulheres as más, mesmo entre {nosotras} mesmas, embora a {generalidad} é deles.

A involução é um facto/feito nas novas gerações, que perderam muitas conquistas já alcançados por outras anteriores. A autoestima e o autoconceito/ponto se vêem ressentidos e o abuso por parte da casal/par é maior/velho e mais forte. O {gaslighting} nos leva à consulta do {sicólogo} e/ou {siquiatra}, a tomar pilulas e acreditar/achar que estamos loucas, quando os doentes mentais são eles, manipuladores mentirosos que não querem crescer e se acreditam com poder/conseguir para maltratar e abusar de {nosotras} a toda costa, sem vergonha nem decência, simplesmente, porque não as têm.

As medidas que estamos levando a cabo não curam, só/sozinho diminuem os sintomas. Hoy, proteger às mulheres é só/sozinho paliar o sintoma desta mortal doença. A cura está em atacar ao foco do mau, a educação deles desde/a partir de a escola e o lar, bem como a dos pais, que tiveram filhos sem livro de instruções e fizeram-no como puderam e acreditaram.

A maioria não {cogemos} um táxi que espere até que {entremos} no portal de casa e também não vamos a converter-nos todas em Serranas da Vera por cada {malnacido} que destroce nossa vida. Necessitamos muito mais para estar completamente bem e seguras.