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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

«Me derivaram e em 15 dias estava operado»


22/07/2019

 

Paco tem 63 anos e estava à espera de que lhe {pusieran} umas próteses nas joelhos no hospital Virgem do Porto de Plasencia. Em seu caso, lhe deram dois opções, derivar-lhe a uma clínica privada em Cáceres, de forma gratuita, ou seguir/continuar esperando para ser operado em Plasencia. Optou pelo primeiro e «em quinze dias estava operado duma joelho». Calcula que no Virgem do Porto lhe tocaria «para finais de 2020».

Inicialmente, o traumatologista lhe disse «que ia para dois anos», mas, aos 13 meses, «recebi uma carta com as duas opções. O {consulté} e me disseram que, se esperava para operar-me em Plasencia, tardariam outros 14 ou 15 meses».

A derivação lhe tem suposto ter que deslocar-se em ambulância, junto a outros pacientes de diferentes áreas de saúde da zona norte, «de Coria, de Navalmoral...» Os tempos são o mais positivo porque «no dia seguinte da operação, já {empecé} a reabilitação, 20 dias».

O negativo, os transferências diários/jornais e que todas as revisões terá que seguir/continuar {haciéndoselas} em Cáceres.

Se queixa de que «esta seja a forma de descer as listas de espera» cirúrgica -e ainda assim, à espera dos dados do primeiro semestre de 2019, a área de saúde de Plasencia é até agora o de maior espera de toda Extremadura- quando o ideal seria «que {abrieran} os salas de operações que levam anos fechados e {completaran} as planteis/quadros de traumatologistas e anestesistas» no hospital Virgem do Porto. Porque ainda terá que pôr-se a próteses na outro joelho.

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