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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 15 de novembro de 2018

«Me {convierto} na festa dos demais»

{MANOLO GARCÍA}&{lt};b&{gt}; &{lt};/b&{gt};Cantora. Amanhã toca em Plasencia

RAQUEL RODRÍGUEZ
13/06/2018

 

Amanhã, às dez da noite na praça de touros, {Manolo García} atuará em Plasencia. Seu entusiasmo e sua energia quando fala são contagiosos e auguram um concerto para {recordar}.

-O público lhe espera expectante, ¿supõe muita {responsabildiad}, ou a experiência é um grau/curso universitário?

-Supõe responsabilidade sempre porque respeito muito ao público. O primeiro que temos de fazer é pensar nos demais. Amanhã será um dia especial, de festa, no qual eu me {convierto} na festa dos demais, também de mim mesmo, mas {acudo} a Plasencia com um humor de alegria, de sono/sonho, de magia.

-¿Como se prepara para um concerto? ¿Tem algum ritual?

-O básico é ir descansado, é de lógica. Ter dormido. Se {quieres} ser profissional, tens que cuidar-te e eu sou muito sério.

-Vem a apresentar seu último disco, mas ¿terão cabida canções mitológicas, de O Último da Fila?

-Com sete discos em solitário, O Último vai ficando já atrás. Eu fui a metade de O Último e seria indigno {recordar} canções, pontualmente posso tocar uma ou dois de um repertório de 30. Não me pareceria correto mais e a dignidade é muito importante.

-{Hábleme} da posta em cena do concerto, dos músicos...

-Seremos oito musicais e eu e a posta em cena será de teatro, muito cuidada porque o trabalhamos/trabalhámos muito. Eu dou-lhe uma importância capital à luz e o som. Tudo está ensaiado e, depois de/após uns 20 concertos da digressão, as pessoas sai contenta, com entusiasmo. Eu saio como um criança, com ânimo feriado. São concertos longos/compridos porque sempre passam das duas horas é que me {emborracho} de alegria, me {animo}.

-¿Gosta de o {Manolo García} músico que chegou a ser?

-Gosto muito porque vivo comigo e tenho que levar-me bem comigo mesmo (risos). Eu escolhi a música desde muito jovenzinho e continuo/sigo pensando o mesmo, minha vocação é firme/assine. Ao início, tinha um trabalho, mas a música não era um {hobby}, era algo mais vital. Logo, foi meu modo de ganhar-me a vida e o {disfruto}, essa ilusão/motivação perdura. Reformar-me de fazer canções seria como reformar-me da vida. A ilusão/motivação, a vontade, estão aí, a música me ganha. Vou seguir sempre.

-¿Como definiria este último disco, que vai a ouvir quem não tenha tido oportunidade de fazê-lo antes?

-É um disco muito vital, muito em acalma, muito tranquilo. Não há temas muito vertiginosos, mas tranquilos, com piano. Gosto tocá-lo tanto/golo ao vivo que {toco} 10 canções de um total de 15, que não está mau, mas meu plano a partir de setembro é tocá-lo inteiro.

-¿Com que sensação gostaria de terminar o concerto?

-Com a mesma que cada noite, com que o público tem usufruído, com que tem merecido a pena tocar porque sonharam e conseguimos parar o tempo um bocadinho, que não é fácil, mas se tenta. Eu não {concibo} chegar a Extremadura e fazer um concerto de trâmites, vou com uma ilusão/motivação do {copón} porque as pessoas me espera com vontade, com ilusão/motivação. Isso se chama respeito e empatia. Eu também sou público, vou a concertos e sei o que é sentir que tem merecido a pena.

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