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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 19 de agosto de 2019

Mais de 50 trabalhadores reclamam mais segurança no sociosanitário

O PP levará suas queixas à assembleia e Pizarro pedirá medidas a Vara. Afirman que a mistura de doentes gera «situações de grave risco»

RAQUEL RODRÍGUEZ
10/07/2019

 

No nos {rendiremos} e {seguiremos} pedindo e reivindicando onde faça falta o que acreditamos que é justo para pacientes e trabalhadores. Ninguém nos vai a calar». Assim termina o manifesto que leu ontem a porta-voz dos mais de 50 trabalhadores do centro sociosanitário de Plasencia que se concentraram às portas do centro do {Sepad}. Denunciaram o «desamparo que vivemos pacientes e trabalhadores» e a falta de «medidas de segurança».

Um incêndio acontecido o 28 de Junho ao prender um interno um colchão foi o {detonante} desta concentração, que segundo afirmam, «temos posto em conhecimento dos responsáveis do centro em repetidas ocasiões, obtendo silêncio por seu lado».

Perante pessoal auxiliar de enfermaria, de cabeleireiro, empregados de mesa, de manutenção e enfermaria, muitos com laços negros, a palavra que mais repetiu ontem a porta-voz do grupo foi «desamparo», e incidiu na necessidade de adaptar a segurança «ao tipo de paciente ao que se atende».

Porque, segundo afirma o manifesto, «a mistura de doentes com patologias e/ou circunstâncias incompatíveis gera situações de grave risco para a segurança de pacientes e trabalhadores». De facto, Ana Alcón falou de que sofrem «agressões de doentes que não deveriam estar em certas unidades que não têm as instalações adequadas. Nos dizem que isso vai no ordenado, mas não {cobramos} prémio de perigosidade, nos o retiraram e à administração lhe dá igual se estamos vivos ou mortos, só/sozinho lhe preocupa quem filtra as fotos».

apoio do {pp} / Anunciam que, na próxima terça-feira, voltarão a concentrar-se para reclamar melhorias, também de pessoal e meios. Ontem, receberam o apoio do PP regional, com Luis Alfonso Hernández e Cristina Teniente, quem assinalou que levarão ao plenário/pleno da assembleia do dia 18 uma iniciativa porque consideram que suas reivindicações são «justas e urgentíssimas».

Também foram o presidente da Câmara Municipal e vereadores do governo municipal. Fernando Pizarro disse que leva dois anos preocupado pelo «deterioração na segurança e salubridade» do centro e pedirá medidas ao conselheiro de Saúde e ao presidente da Junta quando lhe dê cita/marcação/encontro para reunir-se. Apesar do anúncio de um novo pavilhão, seu temor é que termine «no fecho».

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