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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

A Junta anuncia um acordo com os trabalhadores de Valcorchero

{FESP}-{UTG} denúncia «ameaças e coação» para alguns transferências. Diz que houve consenso para seu {reubicación} temporal noutros centros

REDACCIÓN / AGENCIAS
06/07/2019

 

La situação laboral dos trabalhadores do centro de menores de Valcorchero de Plasencia, que nesta semana já tem cessado em sua atividade, provocou ontem manifestações completamente opostas entre a Junta de Extremadura e a Federação de Empregados dos Serviços Públicos de UGT Extremadura. Enquanto a primeira, através da Direção Geral de Políticas Sociais, anunciou que chegou a um acordo com o pessoal para seu {reubicación} temporal noutros centros, o sindicato denunciou que os trabalhadores «se sentem enganados».

La direção geral assinalou que, durante os últimos meses, celebrou «numerosas reuniões» com os trabalhadores para «explicar e acordar o fecho temporal» e que ontem de manhã «se chegou a um acordo assinado» para seu {reubicación}, «atribuindo'ls por categorias profissionais centros e recursos inscritos à direção geral e localizados em seus lugares de residência ou próximos, mantendo suas condições e direitos laborais».

Manifestou por sua vez que, «à falta de a mesa negociadora com Função Pública para ratificar o acordo, houve consenso com a {reubicación} temporal».

Por outro lado, horas antes de estas declarações, {FESP}-UGT denunciou através de uma nota que, em relação aos transferências, «o que num princípio deveria ser uma situação pacífica e fazer-se com tudo o rigor possibilismo respeitando aos trabalhadores, se está convertendo num mal-estar generalizado, ocasionando situações de stress e ameaças, se não aceitam os centros que a administração lhes atribui».

O {sindicado} assinalava que os trabalhadores não se opõem a ser recolocados, mas querem «fazê-lo com todas as garantias de sua categoria/escalão profissional e respeitando seus direitos». Pedia precisamente uma negociação com os representantes dos trabalhadores e procurar fórmulas, sem impor centros «mediante ameaças e coação».

Para Política Social, esta denúncia resultava «surpreendente, incongruente e impróprio com o acordo alcançado. É inexplicável que se tenham facto/feito acusações que nada têm que ver com o ambiente percebido/recebido» entre o pessoal do centro.

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