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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 11 de dezembro de 2018

Intramuros denúncia irregularidades em horários e ruídos, em Natal

Reúne-se com o subdelegado do Governo para pedir mais prevenção. Afirma que houve ‘discotecas’ abertas às oito e nove da manhã

RAQUEL RODRÍGUEZ
09/01/2018

 

Habían pedido à Junta que não voltasse a decretar um alargamento do horário de fecho dos locais de taças tão extensa em número de dias como a de 2016, mas a administração regional voltou a autorizar o alargamento desde o início das festas natalícias e até ao 7 de Janeiro e o resultado foi «totalmente negativo» para os vizinhos/moradores da zona centro de Plasencia, que são os que convivem com um maior número de locais de lazer.

Porque segundo adiantava ontem o presidente da associação Intramuros, Julián Gutiérrez, durante este período, «houve muitas irregularidades», sobretudo, quanto ao horário de fecho dos locais e o nível de ruídos, para além de brigas.

Especialmente, destacava Gutiérrez um fenómeno novo, o de locais que estavam abertos às oito e nove da madrugada, mesmo ao meio-dia, a modo de discotecas. O presidente da Câmara Municipal já assinalou recentemente perante uma briga às portas dum destes locais, que fechavam de madrugada, mas passadas as horas legalmente estabelecidas, voltavam a abrir a modo de {afters} e assinalou que a Câmara Municipal estava a estudar com a polícia sua legalidade.

Segundo Intramuros, onde mais queixas de vizinhos houve foi na rua Santa Clara, Cartas e a rua {Patalón} e, dado que o alargamento de horários afetava também aos dias de diário/jornal, isto é, não feriados, Gutiérrez assinalava que se deu o caso de pessoas que entravam e saíam de manhã dessas discotecas, alterando o direito no descanso de muitos vizinhos/moradores que deviam ir ao trabalho. «Nos feriados chave, temos mais mão esquerda e o entendemos».

«há insegurança» / A associação de vizinhos pediu uma reunião com o subdelegado do Governo em Cáceres, quem lhes citou amanhã certamente, às 10.30 horas. A sua intenção é manifestar-lhe a sensação de «insegurança» que têm os vizinhos/moradores porque, no seu entender, não existe uma ação preventiva por parte da polícia, mas se atua «a reboque, quando acontecem os incidentes ou às expensas de as chamadas dos vizinhos/moradores». Assinala Gutiérrez que sempre que apresentaram esta reivindicação lhes deram como resposta «que não há efetivos, mas levamos assim anos.

Por outro lado, a associação segue/continua remetendo à Junta os escritos/documentos de denúncia de incumprimentos que regista na câmara municipal e recentemente recebeu resposta da Junta no sentido de ter pedido informação sobre/em relação a o processo da polícia e a Câmara Municipal.

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