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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de novembro de 2017

{Enverea} e os ritmos de {Bollywood} põem o broche final ao festival {folk}

Os Irmãos {Cubero} se {desquitaron} e fizeram soar seu {bluegrass}. As {gaitas} do grupo {Nivaria} e os {tamborileros} desfilaram no {pasacalles}

ALEX DE MATÍAS plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
27/08/2017

 

A pesar do dia ameaçador de chuva, e as gotas que caíram de manhã, nada impediu que o grupo local {Enverea} e os ritmos {bollywoodienses} de {Bollywood} {Masala} {Orchestra} {pusieran} o broche final à XXII edição do festival internacional {folk} Plasencia. Os Irmãos {Cubero} também foram partícipes do fecho do evento.

Em primeiro lugar atuaram Os Irmãos {Cubero}. Sua presença era especialmente esperada depois de/após que na edição anterior não pudessem assistir por um problema pessoal. Os manchegos foram um dos pratos fortes da vigésimo segunda edição do festival e assim o demonstraram fazendo soar seu {bluegrass} de La {Alcarria}, o selo da casa.

{Quique} e Roberto têm um estilo musical e pessoal que lhes faz únicos, todo um sinal de identidade que é difícil que deixe indiferente a ninguém. E isso o fazem possível com sua viola, a {mandolina}, suas vozes «e muito engenho», como assinalaram desde a organização.

Tomaram o substituição os componentes do grupo local {Enverea} onde interpretaram seus últimos temas incluídos em seu último trabalho, De {jarana}, e que foi apresentado e lançado ao mercado no passado mês de Junho. Um disco que foi possível graças ao {crowfunding} e a seus seguidores aos que deram alguma surpresa durante o concerto.

Sua música instrumental, seu sinal de identidade, temas de calado sefardita e algum que outro clássico, fizeram mover-se ao numeroso público assistente, «resgatando esses ritmos que se assintam na memória de geração em geração», explicaram os organizadores.

E sem dúvida, o mais exótico desta edição do festival {folk} foi a presença ontem à noite sobre/em relação a o cenário de Torre Luzia da {Bollywood} {Masala} {Orchestra}, com seu {especátulo}, musical e cénico, pois uma vintena de artistas, entre cantoras, músicos, dançarinos e acrobatas partilharam o cenário e convidaram aos presentes a fazer um autêntica viagem pela Índia, cheio de cor e notas exóticas das que usufruíram os presentes e alguns dançaram com seus ritmos.

Foi tudo um {especátulo} ao mais puro estilo {bollywoodiense}, com o aval de seu diretor artístico, {Rahis} {Barthi}, uma das figuras musicais mais {imporatntes} da Índia.

{pasacalles} e atividades / Mas muito antes de que dessem começo os concertos {gratutiso} em Torre Luzia, Os Irmãos {Cubero} deram o oficina Mano a mano em As Claras, perante um bom número de público que pôde conhecer como é possível fusionar folclore castelhano e música rural de Estados Unidos.

À tarde, em La Ilha, a academia local Ao-{Qamar} ofereceu um oficina de dança no qual se ensinaram ritmos de {Bollywood} para quem se {animara} a dançá-los durante o processo em Torre Luzia do grupo indiano.

E uma hora antes do início dos concertos se levou a cabo o {pasacalles}, como as duas noites anteriores. Ontem foi o revezo para a Banda de Gaitas {Nivaria} da Casa da Galiza de Valladolid e também se despediram do festival os {tamborileros} da associação norte da Extremadura Santiago Béjar, aqueles que puseram sua música de flauta e tamboril nos três {pasacalles} do festival.

Cabe destacar a grande participação de público tanto/golo nos concertos no cenário emblemático de Torre Luzia, bem como nos oficinas e nos {pasacalles}. No oficina que deu {Enverea} também foi muitas pessoas interessada em conhecer o mundo do {folk} desde perto e os instrumentos e partilhar experiências com o grupo local.

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