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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

Dois anos sem alcatroado

No ano 2016, não teve plano e as obras que se realizaram correspondiam ao 2015 e neste ano a exclusão de três empresas e uma baixa temerária atrasam a adjudicação para chegar a 17 ruas

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
24/12/2017

 

El alcatroado é uma das obras de manutenção mais demandadas pelos cidadãos, especialmente condutores, mas Plasencia leva já dois anos sem este tipo de obras. No 2016, não teve plano pela falta de fundos e as obras que se fizeram correspondiam ao de 2015. Neste ano, foram os problemas na adjudicação, pela exclusão de várias empresas e uma baixa temerária, os culpados.

Acontece que, ao não ter podido executar um novo plano no passado ano, a Câmara Municipal decidiu suplementar a verba/partida prevista para neste ano e, em verão, se aprovava o aumento numa modificação orçamental. Assim, no mês de Agosto, o plano de alcatroado de 2017 saía a licitação por um total de 334.000 euros, quase 100.000 mais que o orçamento de anos anteriores.

A junta de governo aprovava o plano para 17 ruas: Médico {Marañón}, Duque de {Ahumada} e {Wetonia}, na zona centro; María a Brava, Cayetano García Martín, Piornal, Canto de {Cabezuela}, Juan de Loaisa e Cidade de {Sevilla}, na zona este; Rodrigo Alemán, rotunda {Alamitos}, Virgem do Porto e o interior da cidade desportiva, na zona oeste; José Antonio García Blázquez, Dolores Ibárruri e Terço de {Flandes}, na zona norte; e {Millán} {Astray}, na zona sul.

El vereador de Fomento, David Dóniga, explicava nessa altura que a eleição destas ruas «não foi por desejo meu nem do presidente da Câmara Municipal, mas se têm selecionado estas 17 ouvindo as petições/pedidos das associações de vizinhos/moradores de todos os bairros». Ao mesmo tempo, também explicou que os bairros de Roseira de Ayala e {Miralvalle} é «onde mais ruas se alcatroarão» devido a que «são as que em pior estado encontram-se», assegurou Dóniga.

Mas terão que seguir/continuar esperando devido aos trâmites administrativos e aos problemas com as ofertas de empresas que se apresentaram à licitação. Foram um total de 15 e, no mês de Novembro, a junta de governo decidia propor a exclusão de três das que se apresentaram à licitação para neste ano por vulnerar a Lei de Contratos, ao existir indícios de que «atuavam em coordenação na apresentação das proposições». Um relatório/informe treinador recordava que já foram excluídas duma licitação similar no 2015 por este motivo. Por outro lado, o presidente da Câmara Municipal assinalava esta mesma semana que a primeira empresa adjudicatária tinha incorrido em baixa temerária, segundo os técnicos, e tinha apresentado um recurso, pelo que seguia/continuava o trâmites para adjudicar o plano à segunda empresa com uma oferta mais vantajosa. Assim, assinalou que o plano de 2017 começará “em breve” e que o vereador já está mantendo reuniões para conhecer as procuras de vizinhos face ao plano de 2018.

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