+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

O controlo do trânsito em colégios, baixo mínimos por falta de polícias

Desde setembro, em alguns centros não há serviço e noutros é esporádico. Os pais queixam-se de que gera insegurança ao acumular-se carros

 

Trânsito perante o Santíssima Trinidad, às duas da tarde de ontem. - TONI GUDIEL

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
22/11/2019

O controlo do trânsito por parte da Policia Municipal à entrada e saída das escolas de Plasencia era um serviço habitual até ao início do novo curso em setembro. Desde então, em alguns colégios se tem suprimido por completo e em outros tem-se reduzido a dias esporádicos e o motivo é, de novo, a diminuiçao que tem sofrido o pessoal neste ano, devido sobretudo às reformas.

Porque foram onze, mas a isto  tem-se somado que outros seis agentes passaram a segunda atividade, com o que não podem patrulhar e um sétimo tem-se ido a Cáceres. Pelo contrário e tudo segundo fontes sindicais, dois que se esperavam por mobilidade, procedentes doutras povoações, ainda não se têm incorporado e no dia-a-dia influem também as baixas, férias, libertações sindicais e outras ausências justificadas.

Em conclusão, não há polícias suficientes para chegar a todos os serviços e o do controlo do trânsito nas escolas tem resultado afetado. De facto, há centros que têm chamado à chefatura da Policia Municipal para perguntar pela ausência de agentes e essa foi a resposta, que não há polícias.

Preocupação / Em alguns como São Calixto, com muita circulação no ambiente, mantém-se, mas noutros como Mãe Matilde, Miralvalle e Santíssima Trinidad, não. Pais deste último deram a voz de alarma porque o centro conta com numerosos alunos, desde Infantil até ao Ensino secundário e o seu único acesso está num cruzamento «com muito trânsito. Passam ambulâncias e muitas pessoas com destino ao hospital, há autocarros que trazem e levam-se alunos e muitos pais com carros que estacionam num dos dois faixas de rodagem da estrada, nas passeios... é um caos».

Reconhecem que a ausência de polícia gerou incivismo: «é a lei do mais forte. Agora param para que o menino saia do carro, estacionam retirando a visibilidade, se paras para deixar passar pela passadeira,  apita o de detrás. Eu tenho medo de cruzar o passo com meu filho, há insegurança. Que esteja a polícia é o melhor porque faz com que todos sejamos mais cívicos».