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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Condenam a um hotel a pagar a extrabalhadores ordenados atrasados

O sindicato que lhes defende calcula que se lhes devem perto de 250.000 euros. O tribunal do Social estima as procuras de em torno de uma quinzena

RAQUEL RODRÍGUEZ
13/07/2019

 

El Juzgado de lo {Social} número 3 de Plasencia ha condenado a la empresa {Hotel} Jerte SL, que vinha gerindo o Hotel Cidade do Jerte, situado a quatro quilómetros de Plasencia, a pagar a extrabalhadores ordenados {impagadas} de forma consecutiva durante vários meses. As sentenças eram recorríveis diante da sala do Social do Tribunal Superior de Justicia de Extremadura, mas não se apresentou recurso, pelo que são firmes.

Assim, desde os {serivicios} jurídicos dum dos sindicatos que vem representando aos já exempregados, se está levando a cabo a execução das sentenças já firmes; a celebração de novos juízos por procuras apresentadas por diversos trabalhadores e a apresentação de novos atos de conciliação de vários empregados, despedidos nalguns casos e noutros solicitando a extinção os próprios trabalhadores pelos «faltas de pagamento e pressões recebidas».

Os que já têm sentença são em torno de uma quinzena, segundo fontes sindicais, e em todos os casos, o tribunal «estima a procura» dos trabalhadores e condena à empresa a pagar-lhes as quantidades/quantias que se lhes devem, nalguns casos, acrescentando uma percentagem por demora. Noutros, declara a «improcedência do despedimento» e fixa indemnizações.

Porque, segundo explica o serviço jurídico sindical, «pedimos a extinção do contrato e indemnizações em base ao artigo 50 do Estatuto dos Trabalhadores, que dá essa possibilidade em casos como atrasos nos pagamentos, situações de acosso ou de que te obriguem a realizar funções que não correspondem ao trabalhador».

São alguns dos argumentos esgrimidos pelos sindicatos nas procuras, os de «deixar de pagar mensalidades, obrigação de realizar trabalhos para os que não foram contratados, fazer mais horas das estabelecidas legalmente e ser chamados mesmo em seus dias de descanso/intervalo de forma urgentíssima para preparar quartos ou servir refeições».

Quanto às quantidades/quantias endividadas, o serviço jurídico de um sindicato calcula que somam perto de 250.000 euros.

Com tudo, na próxima semana apresentarão perante o Juzgado do Social um pedido de alargamento de execução das sentenças para que se lhes paguem os atrasos por parte de «um aglomerado de sociedades, relacionadas todas elas entre sim, ao ser consideradas como responsáveis solidárias das atuações que se estão levando a cabo».

Este jornal tem tentado em várias ocasiões contactar com a empresa, sem êxito.

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