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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 24 de septembro de 2018

O comércio procura com descuentos e descontos incentivar o consumo

«A pressão das franquias é insuportável», afirma Zona centro. O coletivo pede apoio institucional ao não cobrir-se as expectativas

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
04/01/2018

 

Muchos estabelecimentos da zona centro de Plasencia têm pendurado já os cartazes de Descuentos. A maioria são franquias, mas também pequenos comércios se têm somado, num tentativa por conseguir que nesta semana véspera de Reis aumente o consumo. Porque segundo a associação Zona centro, ao longo/comprido destas datas natalícias, «não se esteve à altura das expectativas. As pessoas tem comprado, mas pouco/bocado».

Después do mau início da época de outono, ao atrasar-se neste ano o frio, o sector esperava recuperar-se num dos meses por excelência do consumo. Além disso, Fernando Santiago, presidente de Zona centro, assinalava que «os índices nacionais diziam que o consumo ia a crescer, mas aqui não tem crescido».

Por isso, passado o 1 de Janeiro, são muitos os que já contam com descuentos em seus estabelecimentos, e além disso, agressivas, já que muitos igualam ou superam o 50%, e inclusivamente há quem tem cartazes com o 70% e o 75%.

«O normal/simples, no caso do pequeno comércio, é iniciar/dar início as Descuentos depois de/após Reis e a maioria o continuamos fazendo assim», aponta Santiago, no entanto, sublinha que «a maior parte de {nosostros} nos {sumamos} aos descontos, com ou sem cartazes no montra, e direta ou indiretamente, porque se não, não {vendes}».

Na sua opinião, há dois fatores que fazem que o pequeno comércio não consiga descolar. Um são as franquias. «A pressão das franquias é insuportável», lamenta o presidente de Zona centro. E outro é a venda por internet, que cada ano tem mais adeptos, o que se está notando mesmo no volume de trabalho das empresas de distribuição.

Por isso, o balanço que faz do último trimestre do ano 2017 é «mau». Reconhece que continuam abrindo's pequenos estabelecimentos na zona centro, mas matiza/precisa que o difícil é manter-se e, enquanto uns abrem, passado um tempo outros têm que fechar.

Por tudo, a sensação que tem é a de que «se necessita um impulso já» e aponta à necessidade para o comércio de proximidade de «um apoio» por parte das administrações com competências, isto é, a Câmara Municipal e a Junta. Não pede uma ajuda direta, mas sim mais apoio porque, apesar de que cada vez realizam mais campanhas para impulsionar o consumo e atrair clientes, a melhoria é pontual e não duradoura. Um exemplo, em seu sorteio de 1.000 euros em compras «as pessoas tem consumido mas, à diferênça de outros anos, toda a gente pedia o senha do sorteio».

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