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El Periódico Extremadura | Domingo, 26 de janeiro de 2020

Cáritas, 50 anos ajudando

Cáritas Interparroquial se constituiu em 1969 e, graças a seus mais de cem voluntários, atende a umas 120 famílias a cada ano, gere o lar de Nazaret, o roupeiro e o sala de jantar e trabalha em {Zimbabwe}

RAQUEL RODRÍGUEZ
08/12/2019

 

El 14 de Outubro de 1969, se constituía Cáritas Interparroquial de Plasencia pelas paróquias de São Pedro, São {Nicolás}, São {Esteban} e El Salvador. Nasceu com a vocação de «partilhar recursos para atender necessidades». Desta forma, «as paróquias davam os recursos obtidos na coleta do primeiro domingo de mês e ajudavam às famílias necessitadas». Porque nessa altura, «não existiam os serviços sociais, só/sozinho ajudas que dava a Junta de Beneficencia à Câmara Municipal».

Desde então e até hoje, passaram 50 anos e o responsável de Cáritas Interparroquial, Pablo Vicente, destaca que tudo foi possível «graças aos voluntários». Mais de um centenar, segundo a memória de 2018, que «oferecem seu tempo e esforços para os mais débeis da nossa sociedade».

Porque levaram a cabo projetos para solucionar o alcoolismo e a toxicodependência, pela comunidade cigana, de alfabetização, oficinas ocupacionais, {manualidades}, acampamentos, educação de adultos, de regulado escolar, oficina de cozinha e, em 1987, põe em marcha o roupeiro, situado atualmente na avenida da Vera e que chegou a atender a 150 famílias e 90 pessoas sem lar. Conta com 20 voluntários.

Atualmente e, fruto de um plano estratégico de atuação, presta ajuda às famílias através das paróquias, atendendo a uma média/meia de 121 famílias a cada ano, que se disparou a 260 no ano 2011. A maior/velho procura é para pagar luz, água, habitação, gás ou despesas de farmácia.

Também gere o refeitório social e, em 1984, abriu o lar de Nazaret, para atender a maiores/ancianidade, onde atualmente há 82 residentes e 17 praças/vagas em centro de dia. Passaram por esta instalação umas 400 pessoas nestes anos. «¿Que tivesse passado se esta Cáritas não tivesse funcionado», se pergunta Pablo Vicente.

E, como ajuda ao Terceiro Mundo, desenvolvem um projeto de atenção primária, formação e desenvolvimento em {Zimbabwe}.

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