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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 11 de dezembro de 2018

Câmara Municipal e particulares pedem um museu do Sala de Outono

Uma exposição e conferências recordam os 40 anos de vida do certame. Reclamam que seu legado, de umas 120 obras, se exponha e não esteja em prédios

RAQUEL RODRÍGUEZ
10/01/2018

 

Que o legado do Sala de Outono se fique na cidade e se exponha ao público num museu de arte contemporânea. É a reivindicação de um grupo cidadão, à que se tem somado a Câmara Municipal, quando cumprem-se 40 anos da criação de um certame que continua na atualidade com o nome de Obra Aberta. Precisamente, cidadãos e Câmara Municipal colaboraram num programa de atividades que começará na sexta-feira e que contará com conferências, uma mesa redonda e uma exposição com obras de 25 artistas que participaram e foram reconhecidos no certame.

Tudo para «pôr de atualidade» o aniversário e reivindicar que as aproximadamente 120 obras que formam a pinacoteca do Sala, segundo os cálculos de Santiago Antón, um dos membros do grupo cidadão impulsor da iniciativa, deixem de permanecer escondidas nos prédios de {Liberbank} para que de Plasencia e visitantes possam usufruir delas.

Antón explicava ontem que, para fazer realidade esse museu, a Câmara Municipal e a Fundação Bancária de Caja Extremadura «têm que chegar a um acordo», tanto/golo para a cessão das obras como sobre/em relação a o espaço onde se localizariam. O presidente da Câmara Municipal mostrou-se ontem a favor de que seja no convento de As {Carmelitas}, que precisamente adquiriu a entidade e iniciou as obras para que {acogiera} a pinacoteca do Sala de Outono. Não obstante, assinalou que há outras opções e «administrações e instituições estariam dispostas a participar também», em palavras do presidente da Câmara Municipal. A Fundação está informada do projeto e a Câmara Municipal está à espera de sua resposta porque «disse que o refletiria». Pizarro sublinhou ontem que «a coleção está ligada à cidade e é de justiça que os fundos estejam aqui e se possam expor de forma permanente. Acredito/acho que é um objetivo possível e, para que estejam nos gabinetes..»

Enquanto chega a resposta, na sexta-feira, às 19.30 horas, se inaugurará o programa de atos pelos 40 anos do certame. Fá-lo-á, no centro de As Claras, Tomás Paredes Romero, presidente da Associação Espanhola de Críticos de Arte.

Esse mesmo dia, se inaugurará a exposição, com artistas como Emilio Gañán, Andrés Talavero, {Morán} Sociedade Artística e Pedro Gamonal, entre outros. O 19 de Janeiro, terá uma mesa redonda sobre/em relação a Um centro de arte contemporânea na periferia e o 26, a conferência de encerramento/encerra, a cargo da catedrática da UEx María del Mar Lozano Bartolozzi.

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