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O Banco Alimentar deteta que há uma «pobreza {cronificada}»

Sua delegada a atribui ao «trabalho precário e temporal»

 

Pizarro conversa com os responsáveis e voluntários da delegação. - TONI GUDIEL

R. R.
19/07/2019

El número de atendidos pela delegação de Plasencia do Banco Alimentar de Cáceres tem descido desde sua criação no 2013, mas ainda umas 3.500 pessoas de Plasencia e a zona norte necessitam seu ajuda. Isto acontece porque «a pobreza está {cronificada}» e a delegada local, Loli Hernández, o atribuiu ontem ao «trabalho precário e temporal».

Seu objetivo é emprestar uma ajuda que permita paliar a necessidade de alimentos e, sobretudo, «que não exista uma exclusão social». Com este propósito trabalham perto de uma trintena de voluntários, em palavras do presidente da Câmara Municipal e a distribuição se faz através de 38 entidades, como Cáritas, associações ou paróquias.

Recebem alimentos de fundos europeus, doações, centros comerciais e um subsídio anual municipal de 5.500 euros. Pediram à Câmara Municipal poder/conseguir alargar seu {almacen} e Fernando Pizarro comprometeu-se ontem a procurar mais espaço, enquanto o presidente do Banco de Cáceres, Juan Carlos Canto, agradeceu o «trabalho diário/jornal e o carinho especial» da delegação.